Chegou reforço para combater a dengue
RIO – A primeira leva de 29 médicos de outros estados para reforçar o combate à dengue, chegou ontem ao Rio de Janeiro. A previsão é que eles ajudem o atendimento a pacientes com suspeita da doença nos centros de hidratação da Penha, aberto sexta-feira, e da Gávea, que será inaugurado esta semana. Em cada bagagem, além de muita solidariedade, até três frascos de repelente.
Outros seis médicos do Mato Grosso do Sul e dois do Amazonas também chegaram ontem pela manhã e à noite, estava previsto o desembarque de mais 20, do Rio Grande do Sul.
Ano passado, o Mato Grosso do Sul enfrentou epidemia com 70 mil casos da doença e oito mortes. “Por já termos enfrentado o problema e, principalmente, conseguido superá-lo, estamos dispostos a ajudar os nossos colegas”, garante a infectologista sul-mato-grossense Márcia Dal Fabbro.
Mesmo quem não está assim tão familiarizado com o Aedes aegypti está disposto a ajudar. É o caso do pediatra gaúcho José Roberto Saraiva. “Há poucos casos da doença no Sul porque o frio não favorece a proliferação do mosquito. Ainda assim, tivemos um pequeno surto no ano passado e sabemos que todo cuidado ainda é pouco”, observa Saraiva.
Médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, também foram convocados para ajudar no centro de hidratação que será aberto esta semana no quartel do Corpo de Bombeiros, no Méier.Hoje, mais 67 médicos de São Paulo, Paraná, Amapá e Pernambuco chegarão ao Rio. Até o final da semana, a Secretaria Estadual de Saúde espera contar com 164.
Outros seis médicos do Mato Grosso do Sul e dois do Amazonas também chegaram ontem pela manhã e à noite, estava previsto o desembarque de mais 20, do Rio Grande do Sul.
Ano passado, o Mato Grosso do Sul enfrentou epidemia com 70 mil casos da doença e oito mortes. “Por já termos enfrentado o problema e, principalmente, conseguido superá-lo, estamos dispostos a ajudar os nossos colegas”, garante a infectologista sul-mato-grossense Márcia Dal Fabbro.
Mesmo quem não está assim tão familiarizado com o Aedes aegypti está disposto a ajudar. É o caso do pediatra gaúcho José Roberto Saraiva. “Há poucos casos da doença no Sul porque o frio não favorece a proliferação do mosquito. Ainda assim, tivemos um pequeno surto no ano passado e sabemos que todo cuidado ainda é pouco”, observa Saraiva.
Médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, também foram convocados para ajudar no centro de hidratação que será aberto esta semana no quartel do Corpo de Bombeiros, no Méier.Hoje, mais 67 médicos de São Paulo, Paraná, Amapá e Pernambuco chegarão ao Rio. Até o final da semana, a Secretaria Estadual de Saúde espera contar com 164.

Nenhum comentário:
Postar um comentário