"Cadeia no safado!"
Gerson Tavares
Eu só acho que estamos perdendo tempo demais. Estamos gastando vela com defunto alheio. O presidente do Conselho de Ética da Câmara, deputado José Carlos Araújo, falou que só no dia 17, deverá ser feita a leitura do relatório final sobre o caso do deputado Edmar Moreira, aquele “safardana” que nem partido tem, mas é dono de um castelo.
Já foi encerrada a fase de coleta de provas do caso e o documento final está quase pronto para então sabermos se o Edmar deve ou não perder seu mandato por ter usado de forma irregular a verba indenizatória paga a parlamentares.
O “deputado do castelo” é alvo de um processo aberto pelo Psol sob a acusação de ter usado dinheiro da verba paga a deputados para gastos corriqueiros na contratação de serviços de empresas de sua família. Mas o “cara”, em sua defesa, se diz vítima de perseguição política por parte de membros de seu ex-partido, o DEM. Isso porque as denúncias contra ele começaram a surgir depois que, contra a vontade do partido, Edmar se candidatou e conseguiu vencer a disputa para o cargo de corregedor da Casa.
Pode até ser perseguição, mas eu também, quando vejo bandido fazendo o que não deve, chamo a polícia.
Para um “safado” igual a esse, cadeia é muito pouco.
Já foi encerrada a fase de coleta de provas do caso e o documento final está quase pronto para então sabermos se o Edmar deve ou não perder seu mandato por ter usado de forma irregular a verba indenizatória paga a parlamentares.
O “deputado do castelo” é alvo de um processo aberto pelo Psol sob a acusação de ter usado dinheiro da verba paga a deputados para gastos corriqueiros na contratação de serviços de empresas de sua família. Mas o “cara”, em sua defesa, se diz vítima de perseguição política por parte de membros de seu ex-partido, o DEM. Isso porque as denúncias contra ele começaram a surgir depois que, contra a vontade do partido, Edmar se candidatou e conseguiu vencer a disputa para o cargo de corregedor da Casa.
Pode até ser perseguição, mas eu também, quando vejo bandido fazendo o que não deve, chamo a polícia.
Para um “safado” igual a esse, cadeia é muito pouco.

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