O artista não morre
Maestro Sílvio Barbato e sua Orquestra em noite de gala
No trágico acidente do AirBus da Air France, nas águas do Atlântico, no domingo retrasado, a cultura brasileira sofreu um duro golpe com a morte de um dos mais maiores nomes da música clássica.
O maestro Sílvio Barbato, da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, estava entre os passageiros do vôo 447 que sumiu no mar. Ainda hoje uma triste espera dos familiares leva a todos os lares do mundo a saudade daqueles que partiram para uma viagem sem volta.
Para os amantes da música, tentamos aqui compensar a dor pela perda de Sílvio Barbato, com a lembrança de seus trabalhos. E vale a pena recordar um pequeno trecho de uma de suas composições, onde se sente a sabedoria da alma de um poeta.
Na hora de dizer adeus
E o último olhar
Cair sobre o mar,
Refaz-se o caminho
A luz nasce outra vez
E assim, das sombras,
A cidade renasce enfim.
Este é um trecho da ópera “O Cientista”, sobre a vida do grande brasileiro, Oswaldo Cruz. “Coro do Adeus” é uma mostra da sabedoria da alma de um poeta.
Fica com Deus, Barbato!
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