Gol de pênalti de Kaká salva o Brasil
pelo gol marcado no
último minuto de jogo
Antes tudo foram flores, com o prefeito de Bloemfontein prometendo apoio total da cidade à seleção brasileira. A presença dos craques brasileiros levou esperança de vida melhor a crianças pobres.
Mas, ontem, dentro de campo, tudo mudou. O Brasil sofreu para transformar esperança em alegria e demorou a convencer a torcida local, em sua estreia na Copa das Confederações. Um gol de Kaká, aos 45 minutos do segundo tempo, em um lance polêmico por causa da marcação de um pênalti, decretou a sofrida vitória sobre o Egito por 4 a 3.
Depois de estar ganhando o jogo por 3 a 1, em dois minutos o Egito empatou o jogo e começou a pressionar a defesa brasileira, que foi salva pelo goleiro Julio Cezar.
A equipe do Egito estava gostando do jogo e tomou conta do jogo nos minutos finais com boas oportunidades. Mas o futebol muitas vezes não perdoa bobeira. Aos 44, em uma cobrança de falta, Lúcio testou, e Al Muhamad, em cima da linha, impediu o gol com o braço. Em um primeiro instante, o árbitro Howard Webb ignorou o lance e marcou escanteio. Mas depois expulsou o infrator, e os torcedores vaiaram. Kaká, com precisão, acertou o canto esquerdo de Hadary. A festa tomou conta do Free State Stadium e Dunga mostrou que é um “anão de sorte”.
Ontem ficou provado que do belo futebol brasileiro de antigamente, só sobrou a “sorte”.
Depois de estar ganhando o jogo por 3 a 1, em dois minutos o Egito empatou o jogo e começou a pressionar a defesa brasileira, que foi salva pelo goleiro Julio Cezar.
A equipe do Egito estava gostando do jogo e tomou conta do jogo nos minutos finais com boas oportunidades. Mas o futebol muitas vezes não perdoa bobeira. Aos 44, em uma cobrança de falta, Lúcio testou, e Al Muhamad, em cima da linha, impediu o gol com o braço. Em um primeiro instante, o árbitro Howard Webb ignorou o lance e marcou escanteio. Mas depois expulsou o infrator, e os torcedores vaiaram. Kaká, com precisão, acertou o canto esquerdo de Hadary. A festa tomou conta do Free State Stadium e Dunga mostrou que é um “anão de sorte”.
Ontem ficou provado que do belo futebol brasileiro de antigamente, só sobrou a “sorte”.

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