Demóstenes Torres não está para brincadeira
Um acordo que foi feito no início da legislatura, no ano passado, entre os senadores José Pimentel (CE) e a senadora Marta Suplicy (SP), ambos do PT, tem cara de fraude. E esse acordo só aconteceu porque, como faltaram votos para sustentar as aspirações de cada um deles de ocupar a vice-presidência, ficou acertado que este ano Marta "entregaria" o cargo a Pimentel. Também ocorreu o mesmo em relação à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), cabendo ao senador Delcídio do Amaral (MS) ocupar o primeiro ano, antes do outro pretendente, o senador Eduardo Suplicy (SP). E mais uma disputa foi solucionada, quando a Comissão de Direitos Humanos, que teve sua presidência dividida, com o primeiro ano nas mãos da senadora do espito Santo, Ana Rita e o segundo ano nas mãos do senador gaúcho, Paulo Paim.
Por isso o líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres, do Goiás, disse que iria recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a iniciativa adotada pelo partido na atual legislatura, de rachar o mandato de dois anos dos ocupantes da presidência das comissões e da vice-presidência do Senado.
Demóstenes alegou que o procedimento dos petistas, para acomodar os interessados nos cargos, infringe o Regimento Interno da Casa, no caso das comissões, e da Constituição, que fixa o mandato de dois anos para os integrantes das Mesas do Senado e da Câmara.
Depois que os petitas viram qie o Demóstenes não estava de brincdeira, resolveram que a Marta iria continuar na vice-presidência e trataram de esquecer os acordos tramados.
Isso só prova que os petistas são mestres em execução de fraudes, mas que sabem a hora de recuar.

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