Gerson Tavares
Existem certos momentos em que a verdade dói na carne. É aí então que as pessoas usam de mil subterfúgios para não machucar, não ferir pessoas que são sensíveis. Tornam-se dissimuladas, fazem mil firulas para que ninguém se sinta magoado.
E como o Nelson Jobim não é chegado ao “finesse”, ele não mede palavras e nem conceitos e se perguntado, a resposta vem “na lata”. E foi aí que ele caiu em desgraça dentro do Ministério da Dilma Rousseff.
E para piorar ele esqueceu que estava em governo onde a mulher é quem “dá as cartas”. Dilma não colocou a Ideli Salvatti e a Gleisi Hoffmann ali para figuração. Até porque se fosse para figuração, ela levava a Marcela Temer, uma verdadeira miss, o que não é bem o caso da Ideli.
Mas o Nelson Jobim, em sua truculência, não entendeu que ali, naquele Ministério, manda quem pode e obedece quem tem juízo. E foi aí que o Jobim se “embananou” todo. “Sei falar? Vou falar. É verdade? Vou contar”. Só que ele falou e contou tudo com a mesma naturalidade que os “outros” escondem as coisas. Colocou o pescoço na guilhotina na certeza que o carrasco não iria executá-lo. Ledo engano, porque a Dilma não perdoa. Não deixou para depois e trouxe logo o Celso Amorim para dar um ar de “esquerda” às Forças Armadas.
Agora quero ver o que dirão os comandantes das três Forças. “Esquerda volver”, meus caros e nunca mais poderão dar comando em sentido horário.

2 comentários:
Deve ser terrível ser militar e ter no comando uma pessoa que sempre teve raiva dos militares.
Mas os comandantes de hoje merecem. Baixaram tanto suaa cabeças que agora o Amorim vai pisar nelas.
V.H.F.
Brasília
Pelo visto os comunas estão tomando conta da caserna.
O que será deste Brasil, Meu Deus?
F.G.L.
Brasília
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