O medo de suas tramóias

Os Dragões da Independência passaram, mas Dilma nem notou
Sempre digo que “quem, tem medo”. E sempre falo no duplo sentido mesmo, mas quando falo dos políticos o sentido é sempre o mesmo. E assim, é neste sentido que falo da Dilma Rousseff. E ontem, sem atrasos, a presidente Dilma Rousseff deu início às comemorações ao dia da Pátria. Com tudo previsto para começar às 9h, Dilma chegou em carro aberto e foi recebida pelo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e pelo ministro da Defesa, o “esquerdista” Celso Amorim. Mas uma coisa chamou a atenção de todos. A estrutura de segurança em volta do palanque presidencial estava reforçada.
Com o povo que gosta da festa, já acostumado por tudo que vem acontecendo há alguns anos, quando artistas e atletas que participavam do desfile podiam, eventualmente, estender a mão ao presidente que, da beirada do palanque, os cumprimentavam.
Mas nesta quarta-feira essa naturalidade foi quebrada. Uma grade foi montada na pista, que afastava do palanque quem passava no desfile. Grades mais altas, assim como as grades na lateral do palanque presidencial e uma segurança super reforçada naqueles pequenos espaços reservados para a imprensa.
Dilma já vem colocando a imprensa em “chiqueirinhos” até no Palácio e fora, na rua, ela não é besta de ficar dando sopa. Já imaginou se do meio daqueles repórteres aparece uma Estela, ou uma Luiza, ou Patrícia, Wanda e até mesmo uma Dilma e faz um atentado?
Por isso eu digo: “Quem tem, tem medo!”
Nenhum comentário:
Postar um comentário