quinta-feira, 24 de abril de 2014

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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Para sorte do Brasil, Dilma está caindo todo dia.



PESQUISA MOSTRA QUE O POVO

ESTÁ DE “SACO CHEIO”

Gerson Tavares
 







Os petistas nunca se sentiram tão “Judas” como agora, depois do resultado da última pesquisa quando a avaliação do governo Dilma Rousseff segue em seu martírio, e logo no início da Semana Santa mostrou clara a tendência de piora, com índices que já estão beirando os patamares que foram apresentados logo após as manifestações de junho do ano passado, quando ela teve que apelar para os baderneiros e só assim, tirar a população das ruas.

A pesquisa do Ibope que foi divulgada na quinta-feira da Semana Santa revela que a parcela dos brasileiros que considera a gestão da Dilma como ótima ou boa, oscilou negativamente pela terceira vez no ano, passando de 36% em março para 34% em abril. Em dezembro, no pico da recuperação pós-protestos, a aprovação chegou a 43%, mas já em fevereiro era de 39%.

De outro lado, a avaliação negativa do governo é a segunda pior da série histórica do governo Dilma, tendo subido de 27% em março para 30% em abril. Este índice só não é pior do que o apurado em julho de 2013, quando chegou a 31% e empatou com a avaliação positiva do governo, que despencara de 55% para os mesmos 31%. Aquela pesquisa foi a primeira após a massificação dos protestos de rua nas principais cidades do País.

A queda da aprovação da administração federal tem uma relação com a piora do cenário econômico, que é de assustar qualquer um. O índice de confiança do consumidor, que é o indicador com a maior correlação com a avaliação do governo, registrou em fevereiro a maior queda mensal de sua história, quando baixou 4,5%, chegando ao menor nível desde julho de 2009.

E para piorar este patamar foi mantido em março. Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial de inflação, teve alta de 0,92% em março, maior taxa mensal em 11 anos.

Claro que isso aconteceu quando a presidente Dilma se viu exposta ao noticiário negativo em relação à sua capacidade de gestão após a revelação de que ela deu aval à compra da refinaria de Pasadena (EUA) pela Petrobrás quando era presidente do conselho de administração da estatal. Das duas uma: “ou a Dilma levou muita grana para dar aquele aval, ou então ela não passa de uma grande boçal”. E eu acho que a primeira opção é a certa.

Como a avaliação do governo caiu, o Ibope pesquisou também a opinião dos brasileiros sobre o desempenho pessoal de Dilma na Presidência. E não deu outra: “também caiu”. Sua conduta é aprovada por 47% e desaprovada por 48%. Em março, a taxa de aprovação era de 51%, e a de reprovação, 43%.


Pelo que deu para notar, Dilma vai acabar não sendo nem candidata em outubro. 

Por tudo isso, é melhor sair agora que cair de quatro.
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O buraco é o seu destino.


  
APÓS PERDER POPULARIDADE,

DILMA PERDE TAMBÉM ELEITORES





Quando o carro sem freio e começa a descer a ladeira, sai da frente que aí vem um assassino. E este fato está acontecendo com a Dilma Rousseff, que após ver sua popularidade diminuir 9 pontos desde dezembro, agora está também perdendo eleitores. E quem diz isso é uma pesquisa Ibope que foi concluída na semana passada e mostra que a intenção de voto da “cria de Lula” caiu em todos os cenários.
E como a hipótese mais provável para as eleições de outubro é que tenhamos candidatos também de pequenos partidos, a Dilma caiu de 40% em março, para 37% em abril. Mas mesmo que o cenário seja de enfrentar só dois rivais, a intenção de voto da presidente caiu de 43% para 39%.
 Esta é a maior perda acumulada de eleitores da presidente desde que sua popularidade entrou em queda, no começo deste ano, segundo o Ibope. Desde dezembro, eleitores de Dilma que haviam deixado de considerar seu governo ótimo ou bom começaram a deixar de declarar voto nela. A nova pesquisa mostra que essa tendência se intensificou ao longo de abril.
Naquela analise do cenário mais provável, com os chamados nanicos, Dilma cai de 40% em março para 37% agora. Aécio Neves, do PSDB, oscilou de 13% para 14%. Eduardo Campos, do PSB, segue com 6%, e o pastor Everaldo, do PSC, passou de 3% para 2%. A soma dos demais pré-candidatos que era de 1% em março, agora dá 3%.
E como a Dilma já não consegue enganar os jovens eleitores, as maiores quedas de presidente ocorreram exatamente entre eleitores jovens, onde ela perdeu 8 pontos entre quem tem de 25 a 34 anos, nas cidades médias, menos 11 pontos nos municípios entre 20 mil e 100 mil habitantes, na região Sul, menos 6 pontos, e nos eleitores não-cristãos perdeu 7 pontos.
E quando se troca Eduardo Campos por Marina Silva como candidata do PSB, a intenção de voto em Dilma também cai em abril. No cenário com os nanicos, a petista foi de 40% para 37%, Marina passou de 9% para 10% (Eduardo tem 6%), Aécio foi de 13% a 14%, o pastor Everaldo permaneceu com 2%, e a soma dos demais candidatos cresceu de 1% para 3%.
Embora ainda vença todos, a vantagem de Dilma sobre os rivais no segundo turno também diminuiu desde março: de 27 pontos para 21 pontos no caso de Aécio; de 24 para 16 pontos no caso de Marina; e de 31 para 27 pontos no caso de Eduardo Campos.

Se entendermos que a campanha ainda nem começou e ela já está se esborrachando, depois da campanha liberada “Dilma vai para o buraco”.
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