Uma vez sindicalista, sempre sindicalista
Gerson Tavares
Tudo bem que foi lá que ele se fez, mas antes, ele era líder metalúrgico e agora ele é o principal mandatário do país. Existe uma grande diferença, quer ele queira ou não. Mas parece que ele ainda não entendeu bem essa diferença. Aliás, não entendeu ou finge que não entendeu.
Quando um presidente da República vai para uma festa em um sindicato, é a prova que ele é um presidente popular. Um presidente que participa de todos os seguimentos da sociedade. Acho sensacional um presidente que acompanha todos os movimentos do país.
Mas quando esse presidente é o Lula, aí já fico preocupado. E nada poderia ter sido mais surpreendente do que o acontecido no sábado passado, quando o Lula disse aos trabalhadores que estavam reunidos no sindicato, que “eles têm que saber a hora de ganhar aumento de salário. Esta hora, é quando as empresas estão ganhando dinheiro como agora. Na hora em que tiverem prejuízo, o que vocês vão ganhar é desemprego”.
Gente, esse moço continua um simples sindicalista. Ao falar assim, mandando o trabalhador “brigar” pelo aumento e quando se fala em brigar, lógico, está inclusive a greve, Lula mostrou que não pode ser o presidente da República. Ele, como sindicalista, tudo bem, afinal ele sabe que quanto mais o trabalhador ganha, muito mais o sindicato fatura, mas como presidente da República, não dá para entender. Como trabalhador, pela sua história, não me pareceu um dos melhores. Como sindicalista, pelas greves, talvez tenha sido até bom para o patrão e como presidente, depois dessa, realmente para mim, chega. Mas como ele disse que estava falando “quase” como presidente de sindicato, eu já não sei quem manda no Brasil.
Lula precisa entender que não é assim que a banda toca. Não sou empresário, não tenho que pagar funcionários no fim do mês, mas sei os problemas que essa “bravata” do Lula poderá acarretar aos empresários e até, lógico, aos governos. Se você perguntar aos homens que comandam as finanças do país, tenho certeza, eles irão dizer: “Pára o mundo que eu quero descer”.
Quando um presidente da República vai para uma festa em um sindicato, é a prova que ele é um presidente popular. Um presidente que participa de todos os seguimentos da sociedade. Acho sensacional um presidente que acompanha todos os movimentos do país.
Mas quando esse presidente é o Lula, aí já fico preocupado. E nada poderia ter sido mais surpreendente do que o acontecido no sábado passado, quando o Lula disse aos trabalhadores que estavam reunidos no sindicato, que “eles têm que saber a hora de ganhar aumento de salário. Esta hora, é quando as empresas estão ganhando dinheiro como agora. Na hora em que tiverem prejuízo, o que vocês vão ganhar é desemprego”.
Gente, esse moço continua um simples sindicalista. Ao falar assim, mandando o trabalhador “brigar” pelo aumento e quando se fala em brigar, lógico, está inclusive a greve, Lula mostrou que não pode ser o presidente da República. Ele, como sindicalista, tudo bem, afinal ele sabe que quanto mais o trabalhador ganha, muito mais o sindicato fatura, mas como presidente da República, não dá para entender. Como trabalhador, pela sua história, não me pareceu um dos melhores. Como sindicalista, pelas greves, talvez tenha sido até bom para o patrão e como presidente, depois dessa, realmente para mim, chega. Mas como ele disse que estava falando “quase” como presidente de sindicato, eu já não sei quem manda no Brasil.
Lula precisa entender que não é assim que a banda toca. Não sou empresário, não tenho que pagar funcionários no fim do mês, mas sei os problemas que essa “bravata” do Lula poderá acarretar aos empresários e até, lógico, aos governos. Se você perguntar aos homens que comandam as finanças do país, tenho certeza, eles irão dizer: “Pára o mundo que eu quero descer”.
Um comentário:
O Lula nunca vai entender o que é ser presidente. Ele vai ser um eterno sindicalista.
Ernesto Lucas
Vigario Geral
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