“Resgate de assalto, já pode ser financiado”
Gerson Tavares
Pode parecer mentira, mas os bandidos já estão parcelando o valor dos resgates. Talvez inspirados pelos “colarinhos brancos”, o “pé de chinelo”, que não é dono de banco, também parcela os pagamentos. Isso já está acontecendo em Assis, uma cidade do interior paulista.
No primeiro semestre do ano, foram registrados cerca de cinqüenta casos em que os ladrões de automóveis, após os assaltos, ligaram para os proprietários e negociaram a devolução do veiculo mediante ao pagamento do resgate. Para aqueles que não estão em condições de pagar à vista a importância negociada, os bandidos parcelam em três, cinco e até dez meses.
Os bandidos estão dando preferência aos carros antigos por vários motivos. Além de serem mais fáceis de serem abertos, normalmente não têm alarme nem seguro e os proprietários têm mais amor pela “jóia”.
Depois de roubado o veiculo, o bandido liga para o telefone do proprietário e usa o poder da chantagem. Como o veiculo é muitas vezes o “xodó” do proprietário, o bandido leva sempre para o lado emotivo e negocia. Na realidade, se o dono do carro for à polícia dar queixa do roubo, vai encontrar mil dificuldades para reaver sua “jóia”. Assim sendo, quase sempre ele negocia com o “bandido sem carteira assinada”.
Em Assis, uma vítima contou que o valor do resgate de seu carro ficou acertado em oito mil reais. Como não tinha o dinheiro todo para pagar à vista, fez um acerto com os bandidos e pagou o resgate em três prestações com cheques pré-datados.
Agora já tem bandido “pé de chinelo” pensando em se associar a um “colarinho branco”, proprietário de um banco. Assim vai ficar mais fácil o acerto, inclusive podendo o resgate ser feito direto no contracheque.
Pode parecer mentira, mas os bandidos já estão parcelando o valor dos resgates. Talvez inspirados pelos “colarinhos brancos”, o “pé de chinelo”, que não é dono de banco, também parcela os pagamentos. Isso já está acontecendo em Assis, uma cidade do interior paulista.
No primeiro semestre do ano, foram registrados cerca de cinqüenta casos em que os ladrões de automóveis, após os assaltos, ligaram para os proprietários e negociaram a devolução do veiculo mediante ao pagamento do resgate. Para aqueles que não estão em condições de pagar à vista a importância negociada, os bandidos parcelam em três, cinco e até dez meses.
Os bandidos estão dando preferência aos carros antigos por vários motivos. Além de serem mais fáceis de serem abertos, normalmente não têm alarme nem seguro e os proprietários têm mais amor pela “jóia”.
Depois de roubado o veiculo, o bandido liga para o telefone do proprietário e usa o poder da chantagem. Como o veiculo é muitas vezes o “xodó” do proprietário, o bandido leva sempre para o lado emotivo e negocia. Na realidade, se o dono do carro for à polícia dar queixa do roubo, vai encontrar mil dificuldades para reaver sua “jóia”. Assim sendo, quase sempre ele negocia com o “bandido sem carteira assinada”.
Em Assis, uma vítima contou que o valor do resgate de seu carro ficou acertado em oito mil reais. Como não tinha o dinheiro todo para pagar à vista, fez um acerto com os bandidos e pagou o resgate em três prestações com cheques pré-datados.
Agora já tem bandido “pé de chinelo” pensando em se associar a um “colarinho branco”, proprietário de um banco. Assim vai ficar mais fácil o acerto, inclusive podendo o resgate ser feito direto no contracheque.
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