quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O prefeito saiu do armário


Gerson Tavares

Não tenho nada contra os seguimentos de comportamento. Cada um faz aquilo que é de seu gosto, desde que não venha contra as normas de vida dos semelhantes. Desde que não haja agressão aos costumes. Eu no momento, já estou me sentindo “um peixe fora d’água”, pois sinto que já faço parte de uma minoria, mas nem por isso estou me sinto agredido. Tudo que vem acontecendo, dizem fazer parte uma “evolução”.

Mas não é por isso também que vou para as ruas dar “vivas” porque o Rio de Janeiro recebeu o título de “o melhor destino gay do planeta”. Para mim isso é discriminação. Por que “destino gay”? Por acaso o heterossexual não pode ter o mesmo destino? Será que quando chegar na aduana, o turista vai ter que “demonstrar” sua opção sexual?

Desculpe-me o Eduardo Paes, que disse que o Rio, além de ser a cidade mais feliz do mundo, virou a capital da diversidade. Mas Eduardo, eu prefiro o Rio como “o melhor destino do planeta” para todos. Se os gays terão prioridade, será que os heterossexuais, que já são minoria, vão ter que apelar para a Justiça para terem algum direito?

E tem mais, se a sigla que já foi GLS e chegou a LGBT, do modo que vai, muito breve será LGTBSA. Não, esse SA não quer dizer “sociedade anônima” e sim “Saídos dos Armários”.

2 comentários:

Anônimo disse...

REALMENTE HOJE, NÓSA HETEROSSEXUAIS SOMOS MINORIA. E COMO MINORIA SMPRE LEVA A PIOR, POBRE DE NÓS.


GERALDO pEREIRA

JAPERÍ RJ

Anônimo disse...

E pensar que o Rio já foi a 'Maravilhosa Cidade'. Pobre da cidade e do povo que gosta dela.
hoje só leva vantagewm quem pensa em sacanagem.


Homéro Lucas

Madureira /Rio