
Extraditado, $alvatore Cacciola chega ao Rio de Janeiro
$alvatore Cacciola chegou de madrugada ao Rio
RIO – Agora ele está na tranca. Vamos esperar para saber por quanto tempo. O vôo 8055 da TAM, que trouxe o ex-banqueiro e bandido Salvatore Cacciola de Paris, aterrissou no Aeroporto Internacional Tom Jobim às 4h31 desta madrugada. Os passageiros só começaram a desembarcar por volta das 5h. Cacciola, que por ser “bandido de colarinho branco”, não usava algemas, pois o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Humberto Gomes Barros, concedeu liminar no habeas-corpus ajuizado pela defesa de $alvatore Cacciola, proibindo a polícia brasileira de algemar o ex-banqueiro. Ele seguiu direto para a sede da Polícia Federal no aeroporto e não chegou a passar pelo saguão de desembarque.
Do aeroporto, ele foi para a sede da Polícia Federal na Praça Mauá, aonde irá se apresentar, segundo informou seu advogado, Carlos Eluf. O advogado disse que seu cliente está contente de retornar ao Brasil e confia na Justiça brasileira. Lógico que ele está contente, afinal, depois dos últimos acontecimentos com Daniel Dantas e Nahas, qualquer bandido da elite fica tranqüilo e contente de estar preso no “país das maravilhas”.
Eluf falou, ainda, que inteligentemente, já no início da semana, antes de qualquer coisa, entrou com o pedido de habeas-corpus de Cacciola. “Estou pedindo o habeas-corpus por excesso de prazo. Meu cliente está preso há um ano, quando a prisão preventiva é de apenas 81 dias. Além disso, não existe condenação definitiva e não há isonomia no processo. Nesse mesmo processo existem 13 réus e, de todos os condenados, só ele está preso”, disse o advogado do bandido.
O vôo foi tumultuado porque a imprensa tentava se aproximar do ex-banqueiro. Segundo ele, cerca de oito agentes da PF escoltou Cacciola, além do procurador da república, Artur Gueiros. A estudante Heloísa de Almeida, que estava no mesmo vôo, disse que Cacciola ocupou um assento na classe econômica e veio conversando a viagem inteira. Em nenhum momento, segundo ela, ele demonstrou preocupação com a situação. “Ele estava com cara de férias. Bastante tranqüilo, muito calmo, conversando e falando muito”.
Ele sabe que por aqui, tudo fica muito mais fácil.
Do aeroporto, ele foi para a sede da Polícia Federal na Praça Mauá, aonde irá se apresentar, segundo informou seu advogado, Carlos Eluf. O advogado disse que seu cliente está contente de retornar ao Brasil e confia na Justiça brasileira. Lógico que ele está contente, afinal, depois dos últimos acontecimentos com Daniel Dantas e Nahas, qualquer bandido da elite fica tranqüilo e contente de estar preso no “país das maravilhas”.
Eluf falou, ainda, que inteligentemente, já no início da semana, antes de qualquer coisa, entrou com o pedido de habeas-corpus de Cacciola. “Estou pedindo o habeas-corpus por excesso de prazo. Meu cliente está preso há um ano, quando a prisão preventiva é de apenas 81 dias. Além disso, não existe condenação definitiva e não há isonomia no processo. Nesse mesmo processo existem 13 réus e, de todos os condenados, só ele está preso”, disse o advogado do bandido.
O vôo foi tumultuado porque a imprensa tentava se aproximar do ex-banqueiro. Segundo ele, cerca de oito agentes da PF escoltou Cacciola, além do procurador da república, Artur Gueiros. A estudante Heloísa de Almeida, que estava no mesmo vôo, disse que Cacciola ocupou um assento na classe econômica e veio conversando a viagem inteira. Em nenhum momento, segundo ela, ele demonstrou preocupação com a situação. “Ele estava com cara de férias. Bastante tranqüilo, muito calmo, conversando e falando muito”.
Ele sabe que por aqui, tudo fica muito mais fácil.
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