
Marta vira alvo de adversários no debate e revida
Alckmin parte para ataque a Marta em debate da TV
Bandeirantes. Tucano e petista polarizaram discussão
SÃO PAULO – O bicho pegou no Morumbi. A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, foi o alvo das críticas no segundo debate da TV Bandeirantes de São Paulo. Até a ex-petista Soninha Francine, do PPS, duvidou da afirmação de que Marta fez 100 quilômetros de corredores de ônibus. “Eles começaram a ser feitos desde a gestão do Covas”, afirmou. O prefeito Gilberto Kassab, candidato do DEM, e a petista polarizaram a discussão no terceiro bloco, defendendo as respectivas gestões. Marta acusou Kassab de falta de planejamento para “gastar o dinheiro em coisas de que a cidade realmente precisa”. Então Kassab respondeu: “Tomara que Marta não ganhe a eleição, senão ela vai quebrar a Prefeitura”. Marta e Kassab também discordaram sobra as Organizações Sociais (OSs) que cuidam da gestão da saúde.
No debate, partiociparam além de Marta, Kassab e Soninha, Geraldo Alckmin (PSDB), Paulo Maluf (PP), Ivan Valente (PSOL), Renato Reichmann (PMN) e Ciro Moura (PTC). A petista criticou o tucano, afirmando que, durante o governo dele no Estado, a capital paulista sofreu “a pior crise de segurança, rebeliões, e chacinas” e que o PSDB não ajudou na Prefeitura, “pois extinguiu a Secretaria de Segurança e sucateou a Guarda Municipal”. Alckmin respondeu que “se há uma área de que sua gestão pode se orgulhar é a segurança”, apresentando dados sobre homicídio.
Ao final do debate, os telespectadores ficaram com muito mais dúvidas, do que antes. Ao final da noite paulistana, o que mais se ouviu nos bares e restaurantes que mantinham seus televisores ligados para a clientela assistir o debate era: “Esses políticos são podres”.
Ao final do debate, os telespectadores ficaram com muito mais dúvidas, do que antes. Ao final da noite paulistana, o que mais se ouviu nos bares e restaurantes que mantinham seus televisores ligados para a clientela assistir o debate era: “Esses políticos são podres”.
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