
Uma polícia deformada e despreparada
Beltrame diz que ação foi desastrosa
Foto- Leonardo Rozario
RIO – José Mariano Beltrame, secretário de Segurança do Rio, lamentou a tragédia e assumiu que o fato aconteceu por falta de preparo psicológico e operacional dos policiais, ao falar sobre o crime que vitimou om menino de 3 anos na Tijuca. Segundo Beltrame, faltou treinamento, critério, discernimento, e preparação da parte dos policiais militares, que atiraram contra um veículo diferente do que estava sendo procurado.
RIO – José Mariano Beltrame, secretário de Segurança do Rio, lamentou a tragédia e assumiu que o fato aconteceu por falta de preparo psicológico e operacional dos policiais, ao falar sobre o crime que vitimou om menino de 3 anos na Tijuca. Segundo Beltrame, faltou treinamento, critério, discernimento, e preparação da parte dos policiais militares, que atiraram contra um veículo diferente do que estava sendo procurado.
“Foi falta de discernimento. O policial tem que olhar a situação e rapidamente avaliar como tem que agir. A ação foi desastrosa”, comentou o secretário.
Beltrame disse ainda entender a pressão sofrida pelo policial militar que cobre uma área como a Tijuca, na Zona Norte, que é cercada por 19 favelas, mas segundo o secretário, a polícia não tem o direito de errar, e nenhuma explicação é suficiente para justificar o número de tiros disparado contra o carro das vítimas. O veículo foi atingido por 15 tiros.
O secretário pediu desculpas pela tragédia, e deixou claro que o fato não está ligado a conduta da polícia militar, e muito menos à política de segurança pública do Estado: “Me desculpo como secretário, pai e membro do estado. O governador também está muito chateado. Irei visitá-los (a família da vítima) e estamos prontos para tentar minimizar o que é irreparável”, concluiu Beltrame.
O menino de 3 anos, ontem a tarde teve morte cerebral e segundo a Assessoria do Hospital Copa D´or, outro exame seria realizado para confirmar a causa da morte do menino.
Os dois policiais militares acusados de participar da ação foram presos administrativamente, por um período de 72 horas, e tiveram as armas recolhidas.
Beltrame disse ainda entender a pressão sofrida pelo policial militar que cobre uma área como a Tijuca, na Zona Norte, que é cercada por 19 favelas, mas segundo o secretário, a polícia não tem o direito de errar, e nenhuma explicação é suficiente para justificar o número de tiros disparado contra o carro das vítimas. O veículo foi atingido por 15 tiros.
O secretário pediu desculpas pela tragédia, e deixou claro que o fato não está ligado a conduta da polícia militar, e muito menos à política de segurança pública do Estado: “Me desculpo como secretário, pai e membro do estado. O governador também está muito chateado. Irei visitá-los (a família da vítima) e estamos prontos para tentar minimizar o que é irreparável”, concluiu Beltrame.
O menino de 3 anos, ontem a tarde teve morte cerebral e segundo a Assessoria do Hospital Copa D´or, outro exame seria realizado para confirmar a causa da morte do menino.
Os dois policiais militares acusados de participar da ação foram presos administrativamente, por um período de 72 horas, e tiveram as armas recolhidas.
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