
Juiz põe em liberdade policial que é acusado de morte em saída de boate
Pais de Daniel estão revoltados
RIO – Foi posto em liberdade ontem, pelo juiz Sidnei Rosa da Silva, do Terceiro Tribunal do Júri do Rio, o policial militar Marcos Parreira do Carmo, acusado de assassinar o estudante Daniel Duque após sair da boate Baronetti, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, na madrugada do dia 28 de junho. A decisão foi tomada logo após o interrogatório do PM, que é designado pela justiça a fazer a segurança da família da promotora Márcia Velasco e que na hora do crime fazia a segurança de Pedro Velasco, filho da promotora.
Marcos contou que eles chegaram na boate às 3 e meia da manhã onde ficaram até às 5 e 20 da manhã com mais 3 pessoas, entre elas o jogador Diguinho, do Botafogo. Afirmou que quando se preparavam para ir embora chegou Bruno, amigo de Pedro, acompanhado de uma mulher. O casal estaria sendo perseguido por um grupo de rapazes. Marcos, então, gritou para que todos entrassem no carro e efetuou dois disparos para o alto para afugentar o grupo que estava em posição de ataque. Ainda segundo o policial, ao olhar para trás para verificar se Pedro Velasco já se encontrava no interior do veículo, Daniel se aproximou e segurou sua arma e foi quando então a pistola disparou.
Justificando o relaxamento de prisão, o juiz explicou que a prisão em flagrante não foi feita de forma legal. Além disso, o réu é primário, não possui antecedentes criminais, tem residência fixa e emprego estável.
O magistrado disse que precisava se ater e aplicar a lei, mesmo sabendo que em casos de repercussão uma decisão como essa iria sofrer críticas. O policial Marcos Parreira do Carmo responderá ao restante do processo em liberdade.
Não podemos esquecer que o policial estava em serviço e que a vida dos familiares da promotora depende de sua ação.
Marcos contou que eles chegaram na boate às 3 e meia da manhã onde ficaram até às 5 e 20 da manhã com mais 3 pessoas, entre elas o jogador Diguinho, do Botafogo. Afirmou que quando se preparavam para ir embora chegou Bruno, amigo de Pedro, acompanhado de uma mulher. O casal estaria sendo perseguido por um grupo de rapazes. Marcos, então, gritou para que todos entrassem no carro e efetuou dois disparos para o alto para afugentar o grupo que estava em posição de ataque. Ainda segundo o policial, ao olhar para trás para verificar se Pedro Velasco já se encontrava no interior do veículo, Daniel se aproximou e segurou sua arma e foi quando então a pistola disparou.
Justificando o relaxamento de prisão, o juiz explicou que a prisão em flagrante não foi feita de forma legal. Além disso, o réu é primário, não possui antecedentes criminais, tem residência fixa e emprego estável.
O magistrado disse que precisava se ater e aplicar a lei, mesmo sabendo que em casos de repercussão uma decisão como essa iria sofrer críticas. O policial Marcos Parreira do Carmo responderá ao restante do processo em liberdade.
Não podemos esquecer que o policial estava em serviço e que a vida dos familiares da promotora depende de sua ação.
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