Gerson Tavares
Já faz algum tempo que venho pegando no pé do Lula, mas não dá para deixar de falar. Quando o mundo começou a se preocupar com a crise econômica, Lula dizia que crise não iria chegar ao Brasil. Depois que chegou, ele comparou a crise no resto do mundo a um tsunami, aquela onda gigante que estava devastando a economia mundial, mas que aqui no Brasil não iria passar de uma “marolinha”.
A gripe “A” começou a se alastrar por vários paises, virou pandemia segundo a OMS, mas para Lula nunca o brasileiro seria tingido.
Mas como o Brasil é mestre em “crise”, o Congresso não se fez de rogado e o escândalo do Senado tomou as manchetes. E mais uma vez o presidente Lula, se colocando ao lado dos “trambiqueiros” quando, nas manchetes dos jornais, dos noticiários das emissoras de radio e televisão, explodiu a bomba da crise do Congresso e com o nome de José Sarney no centro de tudo. Lula saiu em defesa do “Ribamar” e falando para que todos ouvissem, foi muito claro: “Não vejo crise. Sinceramente não sei como alguém pode falar de crise numa divergência no Senado”.
Como sempre, quando o Lula fala, eu paro para analisar o que ele coloca nas entrelinhas. Foi aí que notei que o presidente fala por metáforas.
E foi acompanhando o “pensamento” do Lula que cheguei a conclusão que Lula não vê a crise por uma situação muito simples. Vejam se não tenho razão: “Se o Lula é a “crise brasileira” e nunca se olha no espelho, como irá ver crise?”.
Mas como o Brasil é mestre em “crise”, o Congresso não se fez de rogado e o escândalo do Senado tomou as manchetes. E mais uma vez o presidente Lula, se colocando ao lado dos “trambiqueiros” quando, nas manchetes dos jornais, dos noticiários das emissoras de radio e televisão, explodiu a bomba da crise do Congresso e com o nome de José Sarney no centro de tudo. Lula saiu em defesa do “Ribamar” e falando para que todos ouvissem, foi muito claro: “Não vejo crise. Sinceramente não sei como alguém pode falar de crise numa divergência no Senado”.
Como sempre, quando o Lula fala, eu paro para analisar o que ele coloca nas entrelinhas. Foi aí que notei que o presidente fala por metáforas.
E foi acompanhando o “pensamento” do Lula que cheguei a conclusão que Lula não vê a crise por uma situação muito simples. Vejam se não tenho razão: “Se o Lula é a “crise brasileira” e nunca se olha no espelho, como irá ver crise?”.

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