quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Planalto virou a “Casa da mãe Joana”


Gerson Tavares


Quando não existe moral, a depravação é total. É isso que vem acontecendo no governo brasileiro de uns tempos para cá. Todos se organizam em verdadeiras “quadrilhas” e o povo é que sofre. Mas como ninguém esta aí para cumprir com seus deveres, não cobram os seus direitos.

E assim vão os políticos fazendo das suas e para enganar o “Zé povinho”, vai criando as “bolsas da vida” e trocando as “esmolas” por votos. Mas um dia esse povo tem que acordar e partir para uma reação. Ninguém consegue ser enganado por toda a vida. Não é possível.

Estou escrevendo essas coisas porque não cabe na cabeça de nenhum ser pensante o que vem acontecendo no Congresso. Gente, não dá para entender como as coisas chegaram ao ponto atual e só agora alguém gritou. Existe um corporativismo desavergonhado nessa política brasileira.
Só agora descobriram que no Senado existem 204 copeiros. Copeiro, aquele cidadão que nada mais faz, que servir cafezinho aos “safardanas”. Como deixaram isso chegou nesse ponto sem que alguém falasse alguma coisa? Gente, isso é o fim do mundo.
Pelo menos 20,4% dos 3.500 funcionários terceirizados do Senado são copeiros ou contínuos. Esse número dá mais ou menos sete para cada um dos 81 senadores da Casa. São 717 funcionários, sendo 204 copeiros e 513 contínuos e que custam ao bolso do povo, a “bagatela” de 2.400 reais por mês cada um. Se somarmos, estamos pagando 1 milhão, 720 mil e 800 reais por mês. Em um ano, nós, pobre povo, pagamos uma soma de 20 milhões, 649 mil e 600 reais.

É hora de acordar, meu povo. É hora de dar um basta nisso, seja com um voto honesto ou com uma revolução, mas agora. Não dá mais para deixar para lá. Eles estão levando o país para o buraco e quem vai ser enterrado é o povo. Acorda e se preciso for, lute, mas lembre-se: “Para lutar pelos seus direitos, você tem que cumprir com os seus deveres”.

O Brasil precisa de gente honesta na política. Cadeia para esses políticos que aí estão, “roubando” o povo.

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