sexta-feira, 7 de agosto de 2009

ACONTECEU?... VIROU NOTÍCIA
Ética, um produto em falta da política




Senador Paulo Duque já começou
a rejeitar denuncias contra Sarney.
É a “farra do boi”


O Congresso tem tudo para fechar as portas. Esta frase nada tem a haver com ditadura, mas sim com desrespeito. Desrespeito das pessoas que ali estão e que não tem condição sequer de “passar da porta”.

Ali estão duas Casas que deveriam dar exemplos de honestidade, de seriedade e de valor, mas só para falar de uma delas, do Senado, já se chega a conclusão que tudo isto que seria o pilar de moral do país, já não mais existe. O Conselho de Ética, aquele “grupo” que deveria ser o grande guardião do bom nome da Casa, já não está mais preparado para tal.

Senão vejamos. O presidente do Conselho é uma pessoa sem o menor escrúpulo e que todos sabem que ali está a serviço de um grupo de malfeitores, liderados por Renan Caldeiros, Fernando Collor e pelo presidente da Casa, José Sarney. Paulo Duque, um senador sem voto, que chegou ao plenário da mais alta Casa do Parlamento Brasileiro sem que alguém soubesse de onde veio, fala e age como um “gangster” que tem como objetivo, cuidar dos bens da “quadrilha”.

Para mostrar que não adianta correr do perigo, o vice-presidente do Conselho é o senador Gim Argello. Este “respeitável senhor”, está simplesmente sendo investigado por grilagem. Este é o principio de um Conselho de “Ética” que temos no Senado. Ser “bandido” em primeiro lugar.

E vocês ainda acham que o “Ribamar” vai sofrer alguma punição. “Me engana que eu gosto”.

Nenhum comentário: