quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Malandro é malandro, safado é safado

Gerson Tavares


Como seria bom se quando as pessoas falassem em “tropa de choque”, estivessem falando de uma tropa de policiais de elite para dar garantias ao povo. Policiais que dessem fim a bandidagem e levassem a paz às ruas e lares da população brasileira.

Mas não, quando hoje em dia falam em “tropa de choque”, estão falando exatamente dos bandidos que usam a força para destruírem a sociedade. “Tropa de choque” de hoje são políticos que se unem para destruírem o pouco de “moral” que ainda existia nas Casas Legislativas e até na Executiva.

“Tropas choque” são “bandidos” travestidos de cidadãos que compram seus cargos em Câmaras, Senados para “roubarem” o povo e ainda tendo como “advogado de defesa” o presidente da República. Neste caso específico, está o presidente do Senado, o “Barão de Macapá”. Em sua defesa se unem todos os corruptos do país, de Lulla a Color, passando por Renan.

Pedro Simon apenas pediu a saída de “Ribamar” da presidência da Casa e foi o bastante para que os dois representantes das Alagoas “soltassem as frangas”. Deram ataque, como se estivessem sendo agredidos. Aliás uma frase de Color, amigo de Lulla, depois de Simon citá-lo, não pode ficar esquecida: “São palavras que não aceito! Quero que o senhor as engula e as digira como achar conveniente! Sei o que o presidente Sarney está passando porque também já passei por isso”.

É lógico que ele já passou por isto. E quando ele passou, esses que estão aí, ao seu lado, como Lulla por exemplo, estavam contra ele. Mas também, se ele passou por isso, alguma coisa ele fez.

Acorda Collor. Eles são tão “safados” quanto você e na hora que não precisarem mais dos seus serviços, vão soltar os cachorros em cima de você.
Você sabe muito bem que ladrão só mostra que não é amigo na hora da partilha.

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