Luta entre PT e PMDB pode acabar mal
Neste abraço, quanta falsidade existe
No início tudo são flores, mas depois que vem para a prática da política partidária, a coisa vai azedando. Aquilo que era apontado como prioritário por senadores e deputados, pode acabar sendo o elo quebrado da união.
A proposta de reforma política tem tudo para repetir a fórmula que impediu sua aprovação no Congresso nos últimos anos: excesso de projetos, divergências radicais de posições e falta de acordo entre Senado e Câmara em torno de uma agenda comum.
Na prática, os dois maiores partidos da base governista, PT e PMDB, defendem ideias opostas em relação a um dos eixos principais da reforma: a manutenção ou não do sistema de eleição proporcional.
“Quando a farinha é pouca, o meu pirão primeiro”, este é um ditado muito repetido tanto no plenário da Câmara como do Senado. E para piorar ainda mais, o PT tem a Dilma do seu lado e o Sarney não é de perder briga. E no final quem sofre é o povo.
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