segunda-feira, 1 de agosto de 2011

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ANS, uma enganação

Ministério da Saúde
Agência Nacional de Saúde Suplementar


Depois que inventaram a gaveta, o povo se deu mal. Pelo menos é assim na Agência Nacional de Saúde Privada, a ANS, que deveria resolver os problemas dos usuários dos Planos de Saúde, mas que na verdade trabalha para os Planos.

Pelo menos é o que da para se entender quando mais de 10 mil clientes que enviaram reclamações das mais diversas empresas de Planos de Saúde para a Agência e tiveram as suas reclamações engavetadas.

Foi a própria responsável pela fiscalização, a Diretoria de Fiscalização que determinou o engavetamento. Isto foi feito por meio de um memorando interno ordenando que todas as queixas e consultadas que se acumularam desde o mês de março e que ainda estavam sem resposta fossem parar na gaveta. Fizeram isso, sem medo do que possa acontecer.

Segundo a Agência, este problema aconteceu porque foram efetuadas modificações no sistema de cadastro das demandas do “Fale com a ANS” e que prejudicaram o envio das respostas.
E para maior gozação com a cara dos usuários, a Agência avisa que para conseguir solução se faz necessário que o “pobre coitado” do usuário, reapresente a queixa, a mesma queixa que já está na gaveta de algum funcionário relapso.

Realmente esse não é um país sério. Mas uma dúvida está pairando no ar: será que além desta gaveta para “engavetar os processos”, ao lado existe uma outra para “engavetar a grana”?
Reunião de “trapalhões” I




Lula quer o lugar, custe o que custar


Na quinta-feira Lula voltou a assumir a Presidência da República do Brasil, quando esteve no Rio de Janeiro. Como a presidente Dilma Rousseff estava em viagem pelo Peru, Lula "deu um golpe" no vice-presidente Michel Temer e virou em inauguração de hospital em Paraíba do Sul, o presidente em exercício. Fez discurso de presidente, foi apresentado como presidente e posou de presidente.

Mas como Lula tem vício de pobre, pede tudo que vê pela frente e como não tinha nada para pedir, ele que estava na inauguração do Hospital Dona Lindu, e ao saber que é um hospital de traumatologia e ortopedia e como estava em companhia do governador Sérgio Cabral e visitava alguns pacientes internados, resolveu pedir.

E não é que o Lula começou a se informar sobre dores no quadril que um dos seus filhos anda sentindo. “Ele não consegue dormir mais e até para tomar banho tem dificuldade”, falou o “presidente em exercício”.

E foi aí que ele soltou a bomba e prometeu que vai levar o filho para ser operado lá em Paraíba do Sul.

Gente, depois de governar o país por oito anos e encher a “burra” com mil pagamentos que recebe e ainda participar dos “golpes” de seus asseclas, o “cara” ainda vem querer operar seu filho pelo SUS.

É muita sacanagem!
Reunião de “trapalhões” II



Sérgio Côrtez não conhece a realidade


E foi neste mesmo dia que Sérgio Côrtez, secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, mostrou que também tem curso de “trapalhão”. O secretário, para enaltecer os serviços de Saúde que ele “comanda”, em seu “discurso” começou a falar sobre as cirurgias realizadas pela rede pública do Rio e então resolveu dar exemplo.

Citou o caso de um operário que havia perdido um dedo e que foi reimplantado. Na empolgação ele virou para o Lula e fez a interrogação: “Presidente, o que acontece com um trabalhador que perde um dedo”? E Côrtez, sem dar chance para o “presidente em exercício” responder, emendou: “Acabou”!

Lula não respondeu, mas se fosse responder e usasse de honestidade diria: “Um trabalhador que perde um dedo, se aposenta, vira pelego, funda um partido e monta um esquema para ficar rico”.


É bem uma foto do filho da dona Lindu, não acham?
Doar sangue é salvar vidas
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Reunião de “trapalhões” III
Lula abençoa união estável de Sérgio Cabral e Eduardo Paes no Rio de Janeiro

Mas as “trapalhadas” não têm limites quando essa turma se reúne. À tarde, já no Rio de Janeiro, em uma inauguração da “Clínica da Família”, no bairro de Del Castilho, Zona Norte da cidade, onde Lula compareceu, ainda como presidente em exercício, para fazer campanha eleitoral para o prefeito Eduardo Paes, ele lembrou, como ele mesmo falou, ao “casal de companheiros” Paes e Cabral que “rico não precisa de governo. Quem precisa é o pobre, porque quando o médico não atende o rico direito, ele vai para Londres, Nova York”.

Quanto ao discurso eleitoreiro deu para entender, mas até agora a turma está se perguntado como Paes e Cabral se “uniram” e nem avisaram aos amigos.

E foi aí que o meu amigo “Zé Doidão” deixou no ar uampergunta: “Será que foi por isso que ela se mandou”?
Piada do dia




Existem umas piadas velhas, mas que permanecem atuais. E tenho me lembrado muito de uma que está nesse rol das atualíssimas.


“Dizem que sempre que alguém está fazendo alguma coisa, lá está um ‘peru’ para dar opinião. E assim foi também quando Deus estava criando o mundo e um ‘cara’ estava de lado só olhando e resolveu dar o seu ‘pitaco’: ‘Deus, esse negócio aí está todo errado’. E Deus, muito paciente, perguntou o que havia de errado e o ‘cara’ falou: ‘olha só... aqui neste pedaço da terra tem terremoto, neste tem maremoto, naquele pedaço ali só tem areia e água que e bom, nem uma gotinha. Nesse outro lugar aqui, tem fome, tem peste, lado do outro lado tem vulcão e, no entanto, neste pedaço aqui tudo é bom... clima maravilhoso, verde à vontade, as matas parecem que não têm fim, os rios e o mar que beleza’. E foi aí que Deus interrompeu o abelhudo e falou: ‘Espere... espere e você vai o povinho que eu vou colocar aí’”.

E não era que Deus já estava falando no povo brasileiro? Sim, porque tem gente que só fala dos políticos, mas e de onde vêm os políticos? Do povo, naturalmente.


É por isso que sempre digo que enquanto não tivermos “povo de verdade” neste país, não vamos ter governo.