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Empurrando com a barriga
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Gerson Tavares
Coisa que não falta ao Lula é barriga e é por isso que ele aproveita a ocasião para ir “empurrando com a mesma” todos os escândalos que apareceram nesses oito longos anos que passamos de “desgoverno” petista.
Por muitas vezes no governo Lula, escândalos foram encobertos por prazos. Quando estava para terminar o prazo de investigação de um escândalo, se a "quadrilha" não arrumasse outro maior, lá vinham os mediadores prorrogando prazo para depoimento, para coleta de provas, depois as contraprovas e por aí a coisa ia e no mínimo, caia no esquecimento. Mas na maioria das vezes, eram outros escândalos que ocupavam o lugar e por aí os anos foram passando.
Mas as eleições de 2010 chegaram e com ela escândalos “cabeludos” envolviam a “escudeira” da “guerrilheira” Dilma Rousseff, aquela que foi escolhida a dedo por Lula para ser a sua substituta no governo. Todos sabem que ela só foi à escolhida porque o Lula precisa de alguém que ganhando a eleição, esconda todos os seus desmandos nesses oito anos de “libertinagem governamental”.
E como a Casa Civil da Presidência da República ficou nas mãos da “escudeira” e ela colocou todos da “quadrilha” Guerra para agirem, os escândalos foram surgindo aos borbotões. E o Lula foi “empurrando com a barriga” e coloca dificuldades daqui, coloca pendências dali, lá foi o Lula seguindo com a campanha da Dilma, já que ele tinha certeza que as eleições acabariam no primeiro turno com a vitória de sua assecla.
Mas a coisa não foi assim tão fácil e veio um segundo turno. Tudo havia sido armado para que o escândalo da Casa Civil só estourasse após 3 de outubro, o dia da vitória, mas com o segundo turno começaram a “pipocar” os problemas. Só tinha um jeito: prorrogar por mais 30 dias essas “incomodas” investigações. E como tudo só depende da casa Civil, que está sob a batuta do substituto do substituto, o prazo foi prorrogado.
A Comissão de Sindicância Investigativa que apura as denúncias de suposto esquema de tráfico de influência envolvendo a ex-ministra-chefe da pasta Erenice Guerra, assessores e toda a família Guerra receberam a portaria, assinada pelo ministro interino, Carlos Esteves Lima e que foi publicada na segunda-feira, no Diário Oficial da União.
E assim, menos um problema para Lula. Pobre povo brasileiro que "não sabe da missa nem a metade".
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