terça-feira, 1 de setembro de 2009



01 de setembro de 2009, terça-feira.


Neste dia tem início a Semana da Pátria


Na data magna da Pátria, prestamos homenagem à terra em que nascemos, aos que lançaram os fundamentos da liberdade e aos artífices conhecidos ou anônimos que ainda hoje lutam pela solidificação dos ideais que norteiam a existência dos pioneiros da soberania nacional.
É por isso, o dia máximo da Pátria, digno da designação “Dia da Pátria". Comemorar com festas cívicas, cultuar aos nomes Filipe dos Santos, Frei Caneca, Tiradentes e muitos outros que tombaram em holocausto à soberania brasileira.

*Foi num dia como hoje, que no ano de 1158, morreu o único Papa inglês, Adriano IV.


*Nascia no ano 1886, Tarcila do Amaral. Pintora de formas geometrizadas, cores vibrantes e "pintura lisa" (sem marcas de pincel).




*No ano de 1923 no Japão, um terremoto em Tóquio e Yokohama vitimou 156.000 pessoas.



*Foi no ano de 1936 que nasceu o comentarista esportivo, Washington Rodrigues, o “Apolinho”.





*Em 1939 Ocorreu a Blitzkrieg, invasão da Polônia pelo exército nazista.

*No ano de 1953 Morreu o violinista francês Jacques Thibaud.

*E no ano de 1957 nascia a cantora cubana Glória Stefan. Ela foi para os Estados Unidos, fugindo do regime de Fidel Castro.
ACONTECEU... VIROU NOTÍCIA
NA POLÍTICA
Marina Silva não vê sentido em
excluir PV da reta final de 2010


Senadora Marina Silva ao ser perguntada por Jô Soares sobre quem apoiaria no segundo turno para presidente, respondeu com uma pergunta:“Por que você está eliminando meu partido no 1º turno?”

Esta foi a reação da recém-filiada ao Partido Verde, senadora Marina Silva, falou nesta segunda-feira durante entrevista coletiva após gravar participação no Programa do Jô, que não vê sentido na pergunta sobre que partido ela deve apoiar na reta final da eleição presidencial de 2010.

Marina reafirmou que ainda é muito cedo para tratar de uma eventual candidatura dela mesma à presidência. “Eu ainda não estou colocando como candidata. Isso vai ser uma decisão em 2010. Acho que é preciso ter compromisso com o país”, afirmou. A ex-ministra reagiu com um 'Deus te ouça', ao final do programa, quando Jô Soares desejou a ela saúde para as próximas eleições.

Sei lá, mas Jô desejar saúde, não soou como bom pressagio. Por que não desejar sorte? “Sai pra lá urubu”.
Protesto durante evento do pré-sal


Bem à frente de Sarney e Lula,
jovem faz protesto antes de
ser retirada do local


Um manifestante do Greenpeace subiu ao palco durante a cerimônia de anúncio do novo marco regulatório do pré-sal nesta segunda-feira e mostrou uma faixa para a plateia com os dizeres: “Pré-sal e poluição: não dá para falar de um sem falar de outro”.

Depois, dois integrantes da ONG entregaram a faixa para Lula, que a recebeu constrangido. Os manifestantes não gritaram palavras de ordem, apenas mostraram a faixa. Eles foram retirados pela segurança e depois pegaram faixas menores com os mesmos dizeres e mostraram para uma parte da plateia.

E sempre assim. Quando não puxa-saco, não pode manifestar sua opinião. Isto para mim chama-se DITADURA!
Só 130 para tocar o “negócio”




Ministro Lobão mostra
o tamanho do pepino
que mais uma vez o
povo vai ter que encarar


A Petro-sal terá no máximo 130 funcionários, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, nesta segunda-feira. Será uma nova estatal que será criada para ocar o marco regulatório da pré-sal.

A Petro-sal, será uma estatal enxuta e com capitalização mínima. Ele disse ainda que constará do estatuto da empresa o número máximo de funcionários que ela terá, 130. “Os dirigentes da Petro-sal serão escolhidos nos melhores técnicos que pudermos encontrar”, afirmou o ministro.

Eles falam de um modo tão descontraído as mentiras que o povo até acredita. Quem, em sã consciência pode aceitar esta afirmação do Lobão? Quando mais eles precisam de vagas para colocar os cabos-eleitorais, eles vão perder essa oportunidade?

Como diz o Jorge Perlingeiro: “Me engana que eu gosto”.
Palocci está com eles e “não abre”
Estes foram os ministros que votaram julgando para os pecados de Antônio Palocci. Pela ordem e seus votos, a favor e contra:


Gilmar Mendes- Este é o todo poderoso do STF. Quem tem a sua absolvição pode dormir tranquilo. Para ele, “amigo não tem defeito, mas inimigo se não tiver, ele bota”. Como relator foi o primeiro a votar por Palocci.





Eros Grau- Ele sempre está do lado mais forte. Se a turma rema a favor da corrente, ele deixa o barco navegar tranqüilo. Mas se a maioria faz força contra a correnteza, ele pode até não remar, mas incentiva. No fundo, ele quer saber do dele no final do mês. Concordou com o relator e ainda deve ter telefonado para Palocci para dar a “boa notícia”.



Cármen Lúcia- Foi a primeira a discorda do “todo poderoso”. Votou pela abertura de ação penal contra os três investigados, sem dar “colher de chá” para o Palocci.



Ricardo Lewandowski- Este resolveu que só um é culpado. Lógico que esse “um”, não é o Palocci.





Ayres Britto- Foi o segundo a discordar de Gilmar. Defendeu ação penal contra os três “safardanas”. Não via porque deixar um ou dois com a culpa. Eu estou com ele, pois se é uma “quadrilha”, a pena tem que ser igual para todos.







Cezar Peluso- Já este “gozador” disse que Palocci tinha “evidentíssimo interesse” na divulgação dos dados bancários de Francenildo, mas ponderou que não está provado que ele mandou que fizessem a quebra do sigilo. É um brincalhão.





Ellen Gracie- falou pouco e concordou com Gilmar. E pediu que só fosse acusado o ex-presidente da Caixa. Pisou na bola a Gracie e foi uma grande decepção.




Marco Aurélio- Ficou com a minoria e também votou pela ação penal. Foi mais um “pregando no deserto”.


E para terminar, Celso de Mello- Votou pelo recebimento geral e irrestrito da denúncia, contra Palocci, Marcelo Neto e Mattoso. Disse eu as acusações são extremamente graves e eu tudo leva a que sejam passiveis de uma ação penal.


Mas como o PT manda, Antônio Palocci, que aliás, é dono de uma “Bolsa Ditadura” como o Lula, está livre para fazer mais “falcatruas” e seguir tramando contra o povo.