quinta-feira, 25 de outubro de 2012


“Só falo quando tenho certeza”

Gerson Tavares






Era assim que o Fernando Haddad se apresentava sempre que alguém falava que ele poderia estar enganado quando garantia que entre os seus auxiliares não existia nenhum que pudesse ser apontado como estar em algum caso obscuro. 

Mas uma ação na Justiça Federal em São Paulo contradiz o candidato petista, Fernando Haddad, que em entrevistas sempre afirma que nenhum de seus auxiliares diretos no Ministério da Educação responde a processo judicial.

E logo o secretário executivo do MEC, o número dois na hierarquia, é réu em ação civil pública. Mesmo denunciado pelo Ministério Público Federal por supostas irregularidades em convênio firmado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) quando ele era presidente do órgão, José Henrique Paim Fernandes segue no cargo até hoje.

E o caso envolve uma boa grana, já que um convênio, de R$ 491 mil, foi assinado em 2005 com a ONG Central Nacional Democrática Sindical, para alfabetizar jovens e adultos. Auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) detectaram irregularidades como ausência de documentos na prestação de contas e falta de provas de que pagamentos foram efetuados.

Quatro anos depois o TCU acolheu as alegações de Paim de que ele foi "induzido a erro" quando assinou o convênio, "pois nele constavam, de forma explícita, declarações de regularidade emanadas dos diversos setores envolvidos no trâmite". Na Justiça Federal em São Paulo processo segue em curso, mas Haddad tem dito não haver "ninguém respondendo a processo" em sua ex-equipe.

E batendo no peito, Haddad se vangloria: "Fiquei seis anos e meio no MEC e não tenho nenhum secretário de Educação sobre o qual paire dúvidas sobre a conduta. Tenho três presidentes de autarquia, seis secretários nacionais. Tranquilo em relação à minha conduta e à dos meus auxiliares diretos".

Realmente para os petistas, no PT não tem bandido, mas será que esta colocação não é errônea? 

Será que não seria mais certa a afirmação que “no partido não existe maior ou menor bandido?”.

Frase Do Dia

“Se Vossa Excelência insistir em me corrigir, poque eu não sou aluno de Vossa Excelência, eu não vou admitir nenhuma vez mais, senão vamos travar uma comparação de votos”.





Frase do Ricardo Lewandowski dirigida ao ministro Joaquim Barbosa depois que o relator mostrando a situação de José Dirceu no julgamento, que pelo andar da carruagem deve ser cliente do Ricardo Lewandowski, é um dos bandidos da “quadrilha do mensalão”.

Ricardo não gostou e de pirraça resolveu bater o pé e ameaçar sair para a briga.

Coisa de garoto mimado.

Ministério da Saúde informa...



Os transplantes de medula óssea cresceram nos últimos sete anos, mas ainda precisamos avançar mais. Seja um doador voluntário e faça esse número aumentar. Saiba como ser um doador de medula. É simples, rápido e não dói.



Para mais informações: comunicacao@saude.gov.br

Seja Doador Voluntário de
Medula Óssea e Plaquetas
Praça Cruz Vermelha, 23
Centro – Rio de Janeiro
Tel – 21 3207-1021/1064/1580

'Palavras de Lula sensibilizam o leigo'

Marco Aurélio Mello sabe o que está dizendo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello falou neste final de semana que as palavras do ex-presidente Lula "sensibilizam muito o leigo".

Foi assim que o magistrado se referiu às declarações que o petista fez recentemente na Argentina sobre o processo do mensalão. Na ocasião, Lula disse que já foi julgado pelas urnas, em 2006, quando foi reeleito.

Só que Lula sabe que o povo que troca o voto por “bolsas” ou por migalhas, não julga ninguém e sim paga pelos favores.

Mas Marco Aurélio não deixou por menos: "O presidente Lula não é acusado no processo (do mensalão)".

Eu como sempre vi o Lula na situação de mandante, sempre falo que ele ficou de fora desse julgamento porque colocou um seu representante no julgamento que é o Zé Dirceu.

Bandido esperto e assim. Sempre cai fora. 

Doar sangue é salvar vidas
Rua Frei Caneca, 8
Centro – Rio de Janeiro
Tel - 21 22999442

Voto fundamentado

Sempre dizendo que estudou os autos, Lewandowski votou como Lula quis

Escutei desde do início do julgamento da Ação Penal 470, que se transformou no famoso “julgamento dos mensaleiros”, que o ministro Ricardo Lewandowski vinha dizendo que tinha estudado meses todo o processo e que seu voto já estava pronto.

Hoje, depois de inclusive ter voltado atrás em seu voto de condenação por voto de absolvição, chega-se a conclusão que o ministro que está a serviço do PT, tem um compromisso com o Lula.

A única coisa certa nessas afirmações do Lewandowski é que ele estudou muito, durante esses tempo de julgamento, as ordens de Lula. 

Se o chefe manda, ele vota pela absolvição e pronto, não se fala mais nisso.