sexta-feira, 22 de abril de 2011

Polícia Federal prende a promotora Deborah Guerner em Brasília






Deborah Guerner que o dia 6 de abril compareceu a uma reunião de julgamento no CNMP, em Brasília, agora dançou







Depois do passeio, um descanso em SPA Federal. Por isso a Polícia Federal prendeu na manhã de quarta-feira, a promotora Deborah Guerner e o marido, Jorge Guerner, ambos envolvidos em acusações de formação de quadrilha, corrupção ativa e quebra de sigilo funcional no escândalo da "Caixa de Pandora". Os dois desembarcavam no Aeroporto de Brasília depois de uma viagem à Itália e, na chegada, foram surpreendidos pela ordem de prisão.


A Justiça Federal expediu o mandado de prisão por considerar que, mesmo depois de iniciado o processo, Deborah e o marido continuaram a “delinquir”. Pesam contra os dois a acusação de produção de provas falsas, como atestados médicos, para prejudicar as investigações.


O relator do processo, conselheiro Luiz Moreira, proferiu o seu voto pela demissão do ex-procurador-geral de Justiça do Distrito Federal, Leonardo Bandarra, e de Deborah pelos crimes de violação de sigilo funcional, recebimento de propina e tentativa de achaque ao ex-governador José Roberto Arruda. Eles foram denunciados originalmente pelo ex-secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa, delator do esquema de corrupção desmantelado em novembro de 2009 pela Caixa de Pandora.


Neste caso, o ditado é diferente: “Ladrão que rouba ladrão acaba preso junto”.
Acervo da Bloch está perdido








Aqui existiu uma empresa, a Bloch





O destino incerto de 12 milhões de fotos, cromos e negativos da falida Editora Bloch e o calote no direito autoral de dezenas de repórteres fotográficos finalmente chegaram às páginas da grande imprensa.

Esta foi uma matéria publicada no jornal O Globo na quarta-feira, onde Cristina Tardáguila denuncia o sumiço do acervo fotográfico que pertencia à massa falida do grupo editorial que foi arrematado em 4 de maio do ano passado pela bagatela de R$ 300 mil, quantia equivalente a 16% do lance inicial, estipulado em R$ 1.874 milhão.

O leilão foi classificado na época como “um fracasso” pelos ex-empregados da empresa porque a quantia arrecadada teria como destino o pagamento de parte das indenizações trabalhistas devidas a mais de três mil ex-empregados que deixaram de recebê-las na ocasião em que o grupo editorial decretou falência no ano 2000. A ausência no leilão de veículos de comunicação, de entidades públicas e de fundações culturais foi criticada por ex-empregados da Bloch.

Agora vamos ter que correr atrás do comprador do arquivo fotográfico, identificado como Luiz Fernando da Fraga Barbosa, que diz que as fotos estão num galpão no Rio de Janeiro e que parte do material já foi vendida.
Só que, se ele vendeu, vendeu o que não lhe pertencia, pois por lei ele vendeu obras com direito autoral de outras pessoas e isso é crime.



Amanhã tem Pixinguinha


Salve Pixinguinha!
O grupo PIXIM BODEGA fará show em homenagem a PIXINGUINA no Dia Nacional do Choro, 23 de abril. Local: Espaço Rio Carioca
Rua Leite Leal 45, Anexo das Casas Casadas – Laranjeiras - Tel: 2225 – 7332
Ingressos a 20 reais


GRUPO PIXIN-BODEGA
Pedro Silva – clarinete; Vinicius – bandolim; Jorge Serpa – violão 7 cordas; Sérgio Zoroastro – cavaquinho; Almir Bacana, Luisinho e Lauro Mesquita – percussão


Para Pedro Silva, “Pixinguinha é um artista de belas melodias e alta sensibilidade. Uma arte que se faz entre a dança, o movimento, o ritmo e a poesia. Tocar Pixinguinha é um campo aberto para a interpretação no seu sentido mais vasto e universal.

Vale à pena conferir!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Lewandowski surpreende sempre






Gerson Tavares




Depois de mostrar que não está nem aí para o trabalho, quando se disse contra o expediente integral para a Justiça como quer o CNJ, no dia seguinte o ministro presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, surpreende a todos nós quando faz críticas ao excesso de partidos políticos no país.

E como daquela vez eu critiquei o ministro na hora que mostrou que não é muito chegado ao “batente”, desta vez dou meus parabéns, porque pelo menos agora alguém que pode fazer alguma coisa, critica esse absurdo de dezenas de partidos que nada fazem, mas que servem para arrumar uma grana para meia dúzia de sacanas que vivem à custa de uns desavisados que ainda pagam para que eles tenham seus salários. Isso sem contar com o dinheiro que sai dos cofres do governo pelo Fundo Partidário.

Sei que tem gente que vai criticar porque falei em dezenas de partidos, mas só falei porque acho que 27 partidos no país é coisa demais. Ainda que tivéssemos políticos sérios para ocupar tantos partidos, mesmo assim seria um absurdo. E aí, com esses “partidinhos” de aluguel, vendendo apoio aos maiores, depois das eleições é aquele Deus nos acuda por um cargo, mesmo que seja no nono escalão, mas algum lugar que não precise trabalhar e que dê para levantar algum dinheiro para a farrinha de fim de semana.

Não usando, lógico, as minhas palavras e falando polidamente, Lewandowski sugeriu a adoção de uma cláusula de barreira para determinar o funcionamento dos partidos, com base no desempenho nas eleições para a Câmara. O ministro propôs outras mudanças no sistema político e uma delas é o fim das coligações proporcionais, de deputados e vereadores, para evitar distorções.

Já eu acho tudo isso muito delicado. A coisa tem que ser mais objetiva e clara. Segundo Lewandowski, fundar partido é um direito, mas esqueceu de falar que vetar fundação de partido é papel da Justiça Eleitoral. O partido que não mostrasse sua plataforma e “elenco” não poderia ser fundado.

A coisa tem que ser por aí e só assim vamos chegar aos dois partidos que formarão a verdadeira democracia brasileira. O partido da situação, que irá ter muito que trabalhar para se manter governo e o de oposição que vai ter que mostrar ao povo os erros do governo e em contrapartida, dizer como fazer para colocar o “bonde no trilho”.

Só assim um dia vamos ter uma sociedade sólida.

Seja Doador Voluntário de
Medula Óssea e Plaquetas
Praça Cruz Vermelha, 23
Centro – Rio de Janeiro
Tel – 21 215066021 / 25066064






“Me engana que eu gosto”





Lula ensina aos seus prefeitos como ser malandro



Fazer, eu já fico achando uma grande “cachorrada”, mas usar como exemplo, aí já passa a ser gozação. Mas o Lula, o ex-presidente de muitos brasileiros, na terça-feira em uma reunião em São Paulo, falando aos prefeitos do PT estadual, ao ouvir aquilo que não queria, quando os prefeitos reclamaram do seu decreto do ano passado cancelando os restos a pagar de 2007,2008 e 2009, contra-atacou.


Aproveitou a chance e tratou de incentivar para que eles “incorporem política” em suas administrações, mandando que eles usem o poder de persuasão, assim como ele fez por oito anos á frente da presidência. Ensinando “trambicar” com o povão, disse Lula, na maior cara-de-pau: “Toda vez que precisei, fui para o braço do povo”. Lula quis dizer assim que, sempre que queria fazer alguma coisa errada, ele colocava o povo na frente e com a garantia da "galera" não dava bola para a oposição e saia de qualquer "briga" sem escoriações.


Realmente é muito safado esse tal de Lula.