segunda-feira, 6 de julho de 2015

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

ESSA FOI O IBGE QUE ESPALHOU

Gerson Tavares
 





A desculpa é que a culpa do delicado momento da economia brasileira, que coloca a população encarando o desemprego, encarando a inflação em alta e crédito mais caro, qundo o trabalhador está vendo a sua renda sendo esmagada pelo desgoverno da Dilma Rousseff, é que o problema e mundial.

Mas nós deveriamos olhar melhor a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) de maio, feita pelo IBGE, que mostrou que o rendimento médio acumula uma queda de 5% em um ano, isso já descontando a inflação: em maio do ano passado o valor era de R$ 2.229,28. No mês passado, R$ 2.117,10.

O desemprego volta a subir e chega a 6,7% em maio, maior para o mês em cinco anos. A arrecadação federal cai 4% acima da inflação e tem pior resultado para o mês em cinco anos

O Rio foi a região metropolitana com maior queda na renda, de 6,3% frente a maio de 2015. De acordo com Adriana Beringuy, técnica do IBGE, essa taxa mais intensa é explicada pelo rendimento nas áreas de comércio e em serviços prestados à empresa, que tiveram perdas de 14,4% e 11,6%, respectivamente. Juntos, esses dois setores respondem por 33% da força de trabalho no Rio.

O mês de maio frente ao de abril, a queda real nas seis regiões metropolitanas analisadas pela PME (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre) foi de 1,9%, a quarta seguida nessa comparação. Em abril de 2015, a renda média real era de R$ 2.158,74. A massa de rendimento médio habitual, que é o montante recebido por todos os trabalhadores, recuou 1,8% frente a abril e 5,8% em relação a maio de 2014.

Por grupamento de atividade, a maior queda no rendimento em relação a maio de 2015 ocorreu em serviços às empresas, de 9,2%, para R$ 2.548,20. Na indústria, o recuo foi de 2,8%, para R$ 2.209,30. A única atividade a registrar aumento no rendimento em maio, frente ao ano passado, foi em serviços domésticos, de 1%, para R$ 946,20.

Para o professor de economia da Unicamp Claudio Dedecca, mais do que o aumento do desemprego, a perda de renda do trabalhador será a grande ferramenta de ajuste da economia.

Mas como a Dilma se diz “doutora” mesmo sem nunca ir a uma faculdade, o que esperar de uma equipe econômica que o seu líder tem que se render aos desmandos dessa “tresloucada”?

Por tudo isso eu digo: "O problema é falta de governo".
AGORA COMEÇA A CAÇA ÀS BRUXAS
 







Como não só as "bruxas", mas também os "zumbis", estão dando as cartas no atual governo, começou com a Polícia Federal fazendo busca e apreensão de documentos em um dos escritórios da campanha do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, que é do PT, em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

Também estão sendo feitas buscas em dois escritórios da Pepper em Brasília, agência que prestou serviços para o PT durante a campanha eleitoral do ano passado. A empresa ainda presta serviços ao partido.

A ação da polícia foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça a partir da chamada “Operação Acrônimo II”, nova fase da investigação sobre supostos vínculos de Pimentel com movimentação financeira do empresário Benedito Oliveira.

Mas será que só tem “bandido” nesse partido? É por essas e outras que dizem que o PT não é um partido e sim, uma “quadrilha inteira”.


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quinta-feira, 2 de julho de 2015

ONTEM FALEI DO
PESADELO DE LULA

Gerson Tavares
 




Ao falar do pesadelo de Lula, nada mais quis dizer que a ruína da Dilma está dando ao Lula uma sensação de que sua preocupação tem razão. Na pesquisa que foi realizada pelo Datafolha, 63% dos entrevistados disseram que o ajuste fiscal de Dilma está afetando, ”sobretudo” os mais pobres.

E Lula, que quer afastar o nome de Dilma do seu, procura limpar o seu discurso de orador inocente, aquele orador que não conhece, nunca viu e até mesmo, que nunca votaria em uma pessoa assim tão peçonhenta. E diz agora em seus “discursos”: “Falar é uma arma sagrada. Estamos a seis meses discutindo ajuste. Ajuste não é programa de governo. Em vez de falar de ajuste… Depois de ajuste vem o quê?”.

Deterioram-se também as expectativas dos eleitores. Para 73%, informa o Datafolha, o desemprego irá aumentar no próximo período. Em fevereiro, pensavam assim 62% dos pesquisados. E Lula, para mostrar que a desconhecida pessoa que está em seu lugar nada representa, diz que falta gogó à gestão Dilma. E diz: “Os ministros têm de falar. Parece um governo de mudos”. E para dizer que ele não é o culpado dessa fraqueza, Lula irrita-se especialmente com o silêncio da Casa Civil e joga “merda” no ventilador ao falar: “Pelo amor de Deus, Aloizio (referindo-se ao Mercadante), você é um tremendo orador. É certo que é pouco simpático…”.

E é assim que Lula mostra que todos são culpados pela crise, claro, menos ele, o criador do mito da “gerentona infalível”. A crise faz Lula insinuar que seu retorno seria algo restaurador em 2018.

Só que ele se esquece de um detalhe, um detalhe que escapa ao sábio da tribo, ao “chefe da quadrilha petista". “Dilma é um pesadelo para Lula, mas que para piorar o momento, nunca poderá se transformar em um belo sonho”.