sexta-feira, 2 de maio de 2014

Doar sangue é salvar vidas
Rua Frei Caneca, 8
Centro – Rio de Janeiro


Tel - 21 22999442

quinta-feira, 1 de maio de 2014

“Seriam ladrões?”. Pelo sim pelo não, Francisco “se mandou”.



POLÍTICOS ASSUSTAM PAPA 

E ELE SAI CORRENDO DA MISSA

Gerson Tavares






Se nem o “Francisco” se acha livre deles, o que dirá o pobre povo brasileiro. Digo isso porque o papa Francisco deixou inesperadamente a Igreja de Santo Início de Loyola, no centro de Roma, na noite de quinta-feira passada, dia 24, após celebrar missa em ação de graças pela canonização do Padre Anchieta, cancelando uma cerimônia de beija-mão, na qual seria cumprimentado por 50 convidados, numa sala ao lado do altar.

E os organizadores da cerimônia definiram esta atitude de Francisco, porque ele ficou assustado com o assédio de políticos brasileiros que tentavam se aproximar quando ele falava com o vice-presidente da República, Michel Temer, que foi a Roma representando a presidente Dilma Rousseff. Há quem diga que Francisco até tirou o anel para evitar que fosse furtado.

Como existe um protocolo em qualquer cerimônia em que o Papa esteja presente, os políticos não deveriam se aproximar naquele momento. Eram eles, Renan Calheiros, que é o presidente do Senado, seus colegas Ricardo Ferraço, que como Renan faz parte do PMDB, Ana Rita, esta do PT, além do deputado Esperidião Amin, do PP e o ex-senador Gerson Camata.

E o “beija-mão” estava preparado, mas Francisco caminhou até a porta principal do templo, onde foi aplaudido por umas 100 pessoas que não tiveram acesso à missa e cercado por um grupo de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas, em meio a um pequeno tumulto. Era tudo que ele precisava para fugir dos “larápios” brasileiros.

Espertamente, em vez de voltar para o beija-mão e de sair por uma porta lateral, Francisco pegou seu carro de volta ao Vaticano sem explicações. Alguns convidados acharam que ele estava muito cansado, o que seria natural após a programação da Semana Santa.

A missa reuniu 1.200 pessoas, selecionadas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que convidou o governo e parlamentares, e pela Companhia de Jesus, a qual pertencia São José de Anchieta.

O também jesuíta papa Francisco, que canonizou o Apóstolo do Brasil há três semanas, em 3 de abril, celebrou uma missa festiva, mas de liturgia simples, que durou pouco mais de uma hora, simples como manda o ritual jesuíta. O papa leu o texto da missa em português, mas fez a homilia em espanhol.

Embora os participantes fossem, na maioria, brasileiros, havia uma delegação de 80 peregrinos e três bispos das Ilhas Canárias, onde Anchieta nasceu na cidade de São Cristóvão da Laguna.

Claro que os membros do clero que ali estavam, fossem eles do Brasil ou das Ilhas Canárias, entenderam a homilia em espanhol e para os políticos, tanto em espanhol ou português fosse feito o sermão, não entenderiam mesmo e assim sendo, nem notaram o idioma.


Pelo que falou um dos políticos que não conseguiram "beijar a mão", não beijaram a mão, mas passearam muito. 
Seja Doador Voluntário de
Medula Óssea e Plaquetas
Praça Cruz Vermelha, 23
Centro – Rio de Janeiro


Tel – 21 3207-1021/1064/1580

Depois de dez anos dos assaltos petistas, Collor vira santo e é canonizado pela maioria.



SUPREMO ABSOLVE COLLOR 

DE DESVIO DE DINHEIRO

Era tudo que ele esperava. O ex-presidente da República Fernando Collor de Mello viu ser encerrado no Supremo Tribunal Federal o último capítulo do escândalo de corrupção que culminou no seu impeachment, em 1992. De lá para cá, Collor enfrentou 14 inquéritos, 8 petições criminais e 4 ações penais. E como já era de se esperar, depois de tantos e tantos casos de corrupção dos dias de hoje, Collor foi absolvido em todos os casos, incluído o processo decidido na semana passada pelo STF.

Na verdade quando Collor foi cassado, o que mais apareceu foi a compra de um Fiat Elba, um carrinho sem vergonha que nem é mais fabricado. Assim sendo, por falta de provas, Collor foi absolvido da acusação de envolvimento num esquema de desvio de verba pública por meio de contratos de publicidade. Conforme a denúncia, o dinheiro beneficiava empresários que, em troca, pagavam despesas pessoais do presidente, como a pensão alimentícia a um filho que Collor tivera fora do casamento.

Aquela grana seria depositada na conta de sua secretária Ana Acioli e em contas pessoais. De acordo com as acusações, esses valores seriam repassados por Paulo César Farias, tesoureiro da campanha de Collor à Presidência, morto em 1996. Em troca, pessoas ligadas a PC Farias tinham liberdade de ação para buscar em órgãos públicos federais e na iniciativa privada contribuições também ilegais.

E Collor foi acusado de falsidade ideológica, corrupção passiva e peculato por fatos ocorridos em 1991 e 1992. Em razão da demora na investigação e no julgamento do caso, estavam prescritos os crimes de falsidade ideológica (desde 2008) e corrupção passiva (desde 2012). Collor só poderia ser condenado por peculato (desvio de dinheiro por agente público), cuja pena vai de 2 a 12 anos.

Como tem gente trabalhando para minimizar os crimes petistas de hoje em dia, apesar da prescrição, parte dos ministros insistiu no julgamento do mérito de todos os crimes, a começar pela relatora do processo, Cármen Lúcia, mas em seu voto, a ministra afirmou não ter o Ministério Público produzido provas suficientes para comprovar o envolvimento de Collor nos crimes denunciados. E chegou a criticar o trabalho do MP neste caso. E falou: "Não é um primor de denúncia". Então para que tanto requinte de preciosismo. Será que uma “melancia” não faria mais efeito?

Mas no final das contas, pelos crimes de falsidade ideológica e corrupção passiva, cinco ministros votaram pela absolvição por falta de provas. Foram eles: Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Ricardo Lewandowski. Outros três ministros apenas declaravam a prescrição dos crimes, sem analisar as provas e argumentos da acusação e da defesa. Pelo crime de peculato, todos os ministros votaram pela absolvição.


Será que isso não vai criar jurisprudência para os petistas de agora? 
Doar sangue é salvar vidas
Rua Frei Caneca, 8
Centro – Rio de Janeiro


Tel - 21 22999442