segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dilma precisa comprar votos.


Foco da 2ª fase da reforma é amarrar Nordeste

A primeira etapa da reforma ministerial já foi e assim ela já garantiu um palanque importante em São Paulo. Naquele momento o foco da presidente Dilma Rousseff foi cuidar do PT e vincular áreas estratégicas do seu governo à campanha para a reeleição. Mas agora, para a próxima etapa, ela se volta para uma região que Lula teve nas mãos, mas agora a Dilma está perdendo terreno para o “Velho Chico”.

Como as obras paradas do Rio São Francisco já não conseguem mais votos, Dilma terá por objetivo amarrar o Nordeste ao governo fazendo aquele antigo clima dos “votos de cabresto” dos coronéis.

Então as trocas de ministros aguardadas para esta segunda arrancada, serão feitas para mover peças nordestinas no tabuleiro da Esplanada e tentar solucionar problemas regionais que ameaçam o protagonismo do PT na região, que foi fundamental para a reeleição de Luiz Inácio em 2006 e para a vitória de Dilma em 2010.

Agora resta saber se irão inventar mais uma “bolsa” para a região ou se irão mesmo, colocar os “coronéis” para correr atrás dos eleitores. Será que vamos ter troca de par de botas por votos? Se isto voltar a acontecer, o eleitor vai receber o pé esquerdo do par de botas antes de ir votar e só depois do resultado positivo das urnas, receber o pé direito.


Isto é só a “sacanagem” do voto comprado. 
Seja Doador Voluntário de
Medula Óssea e Plaquetas
Praça Cruz Vermelha, 23
Centro – Rio de Janeiro


Tel – 21 3207-1021/1064/1580

O cara sabe fingir.



José Genoino é internado em UTI
após passar mal

Ele está preso em prisão domiciliar desde novembro e ainda vai inventar muitos truques para não ser “enjaulado”. O “bandido” e ex-deputado federal José Genoino queria ficar internado na Unidade de Terapia Intensiva do Incor, em Brasília e para isso na manhã deste domingo foi levado para lá. De acordo com o advogado do “bandido”, Luiz Fernando Pacheco, Genoino teve fortes dores no peito durante a madrugada e, pela manhã, foi levado ao Incor.  Segundo Pacheco, ele deveria ficar na UTI daquela unidade hospitalar e passar por uma "bateria de exames". Mas como advogado , Pacheco é um péssimo médico e o hospital descobriu que tudo aquilo era só mais uma parte do "golpe da doença" que o "bandido e sua equipe de sacanagem" estava armando. 

Preso em novembro em São Paulo, o “gangster” e ex-dirigente do PT foi levado para Brasília junto com outros condenados no processo do mensalão, como o "bandido" e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, mas Genoino ficou menos de uma semana no complexo penitenciário da Papuda, em Brasília. Ele deixou o estabelecimento após reclamar de problemas cardíacos. Depois de ter passado por uma avaliação médica, mesmo não tento o porque sair da cela, ele foi autorizado a cumprir a pena em prisão domiciliar. Muitos outros bandidos estão passando por problemas bem piores de saúde continuam lá, em celas superlotadas, o que não é o cado do “bandido” petista.

Na decisão do final de dezembro, Joaquim Barbosa estabeleceu um prazo de 90 dias, contados desde 21 de novembro, para Genoino ficar em prisão domiciliar em Brasília. Ao fim desse prazo, Barbosa decidirá, após reavaliação do estado de saúde, se o ex-presidente do PT voltará a cumprir pena na prisão em regime semiaberto pela condenação por corrupção ativa. Mas pelo que se conhece desse “bandido”, ele é capaz de parar de tomar o remédio só para mascarar seu estado de saúde e continuar numa boa. Assim sendo, com o prazo de prisão domiciliar chegando ao fim, já está montando esse "quadro de doença" que poderá garantir sua permanência em "soltura domiciliar". 

Quem não o conhece que o compre.
Doar sangue é salvar vidas
Rua Frei Caneca, 8
Centro – Rio de Janeiro


Tel - 21 22999442

A Rádio Tupi definiu bem a perda do Jorginho



“Ele deixa o gramado sem o jogo de depedida”









O destino nos prega essas ursadas. Morreu na sexta-feira, aos 63 anos, o comentarista da Rádio Tupi, Jorge Nunes. Ele estava internado desde o fim do ano passado, quando parou de trabalhar em decorrência de uma tuberculose. O radialista também trabalhou nas Rádios Mauá, Tamoio e Tropical e era um dos mais conhecidos e festejados nomes do rádio esportivo carioca.

Com sua simplicidade e um estilo descontraído e irreverente, o vascaíno Jorginho trabalhava como comentarista em programas como o “Giro Esportivo” e o “Bola em Jogo”, da Rádio Tupi, além de participar do programa "Show da Manhã" de Clóvis Monteiro, sempre com seu humor nato e verdadeiro que tanto agradava ao grande público. Na área televisiva ele estava no programa “Balanço Esportivo”, da CNT. E tudo começou após se destacar como colunista no jornal “O Povo”, nos anos 90. 

Jorginho nasceu e cresceu no bairro do Sampaio, Zona Norte do Rio. Ele jogou futebol de salão e trabalhou na Light, mas logo virou comentarista e ganhou o rádio e os jornais com um estilo polêmico, mas extremamente popular. Sua ligação com o futebol está no DNA, já que seu irmão, Maurício Nunes, foi técnico das categorias de base do Vasco.

Jorginho sempre foi uma pessoa simples e popular, mas foi na Rádio Tupi que alcançou seu maior grau de popularidade. Comentarista que com seu modo irônico também fazia rir, conseguia não fugir do assunto e ele logo ganhou o carinho de milhares de ouvintes por todo o Rio de Janeiro. Seu sucesso chegou à TV, onde tornou seu rosto ainda mais conhecido.

Jorginho nunca jogou futebol profissionalmente, mas fazia questão de usar a camisa 10 no time da Rádio Tupi na Copa ACERJ, competição que envolve os membros de imprensa do Rio.

Com suas sacadas que caíram no gosto do povo, o “homem das pretinhas” descobriu um bordão que hoje é conhecido por todos. “Ah, muleque!” está em todos os locais, em todas as torcidas. Reconhecidamente vascaíno, os torcedores dos outros clubes pegavam no pé de Jorginho e ele dava logo o troto: “Tudo veado!”. Ou então ele perguntava logo: E a mãe... Vai bem? Sempre sem agredir, ele tirava sarro com os torcedores e até mesmo o seu clube do coração era malhado quando não ia bem em campo: “Este time do Vasco é uma droga”.

Mas quis o destino que exatamente no auge de sua carreira, os trabalhos fossem interrompidos após a descoberta de uma grave doença, mantida em sigilo por seus companheiros de trabalho. No segundo semestre de 2013, foi internado e não voltou à TV, ao rádio e aos jornais. Após um tempo de luta e de mobilização dos companheiros de trabalho em relação a doações de sangue, Jorginho não resistiu e faleceu na sexta-feira. E assim o jornalismo esportivo se vestiu de luto. Vítima de complicações, o radialista Jorge Nunes, faleceu no hospital da Unimed-Rio, na Barra da Tijuca.

Reconhecido pelo sorriso fácil e pelas tiradas das mais engraçadas, também era muito polêmico. Famoso como o ‘comentarista do povo’, Jorge Nunes usava expressões populares, como “Inês é morta” e “casa da mãe Joana”.

E foi exatamente pelo seu modo simples de ser, que neste domingo Jorginho foi sepultado no cemitério do Catumbi, ali perto do Sambódromo, centro da cidade do Rio de Janeiro, próximo à rua que ele escolheu para morar e curtir, a Rua do Resende.

Vai em paz, companheiro. A saudade de suas sacadas e de seu humor será grande.