terça-feira, 7 de agosto de 2012


Advogado como lixo

Advogados acompanham início do julgamento no plenário do STF

É impressionante o número de advogados que estão trabalhando para livrar da cadeia essa “quadrilha do Ali Lulá” que está sendo julgada no Supremo Tribunal Federal.

São mais de 150 advogados que estão pegando parte do dinheiro que foi roubado dos cofres da República e que os “quadrilheiros” devem ter mandado para alguns “paraísos fiscais”.

Olhando a foto postada acima, será que dá para acreditar em algum desses “safardanas”, que garantem de dedos cruzados que não roubaram dinheiro algum e que são todos inocentes? Então me digam, “senhores bandidos”, com que dinheiro os senhores estão pagando os honorários desses causídicos?  

Façam as contas comigo, embora seja uma conta que não é nem “conta de chegar” porque não sei quanto cada advogado está recebendo, mas sei o menor e o maior “cachê” que estão abiscoitando. 

O honorário mais baixo é de R$ 500 mil e o mais alto é de R$ 6 milhões. E são 150 advogados e só o Zé Dirceu tem sete em sua defesa, isso porque ele não tem culpa nenhuma.

Realmente só dinheiro roubado por uma “quadrilha” para pagar essa outra.






Ministério da Saúde informa...



Os transplantes de medula óssea cresceram nos últimos sete anos, mas ainda precisamos avançar mais. Seja um doador voluntário e faça esse número aumentar. Saiba como ser um doador de medula. É simples, rápido e não dói.



Para mais informações: comunicacao@saude.gov.br

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Medula Óssea e Plaquetas
Praça Cruz Vermelha, 23
Centro – Rio de Janeiro
Tel – 21 3207-1021/1064/1580

Tem dinheiro do povo na defesa de bandido





A culpa é do Joaquim Barbosa




Um dos réus do "mensalão" é um argentino que é doleiro. Ele é o Carlos Alberto Quaglia, que, como bom argentino, deu o golpe e tratou de falar que os seus advogados não tinham procuração para defendê-lo. Assim sendo, o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, acionou a Defensoria Pública para ela assumisse a defesa de Quaglia.

Então nós, pobres brasileiros, passamos a pagar os advogados do argentino que ganhou “a grana nossa de cada dia” trocando a grana suja por dinheiro limpo. Segundo a Procuradoria-Geral da República, o doleiro usou a sua empresa Natimar para ajudar os líderes do PP a lavar o dinheiro que recebiam das mão do Marco Valério.

Mas o gozado nisso tudo é que segundo o Joaquim Barbosa, o defensor público, Haman Córdoba deveria ficar com o caso até que outros advogados pagos pelo réu assumissem, mas o “safardana” argentino se fingiu de morto e nunca mais trocou de defensor. E agora, Córdoba está recebendo auxílio de outros cinco defensores públicos federais para garantir a defesa do “gringo”.

Desculpem-me, mas estão metendo a mão no meu bolso mais uma vez.        






Doar sangue é salvar vidas
Rua Frei Caneca, 8
Centro – Rio de Janeiro
Tel - 21 22999442

Ele tem culpa 




Pizzolato “pisou na bola” duas vezes



A Procuradoria-Geral da República não abre mão da acusação de que o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, é um dos principais responsáveis por fazer o dinheiro público chegar até as contas do Marco Valério.

Mas o “safardana’ que está aposentado, resolveu que viver no "bem-bom" no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, é muito bom e não quer saber de outra vida. Só que tem gente que está querendo que ele troque a “Princesinha do Mar’ por uma penitenciaria. Ele não está livre, como até pensou depois que a Ana Arraes jogou no seu time, e pode entrar no bloco dos “presidiários unidos”.

Pizzolato está assistindo á distância o julgamento, mas isso não o livra de estar como réu e respondendo por peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

E assim, é mais um que pensa e tem certeza que a Justiça é cega e não viu que ele embolsou a grana do povo. Mas já que ele pode ser condenado por corrupção passiva, por não, também por  ativa? Afinal, dinheiro que deveria estar no cofre do Banco do Brasil, ele dividiu com o Marco Valério.

Ou não?     




segunda-feira, 6 de agosto de 2012


Essa eu ouvi na banca

Gerson Tavares





Cumprindo a promessa de sexta-feira, hoje não vou pegar pesado e tudo vai ser bem mais ameno. Aliás, vou até usar o humor do carioca e contar aquilo que poderia estar em qualquer programa humorístico de antigamente, quando os autores de humor usavam personagens reais que eram levados para a telinha.

Sexta-feira, depois de escrever sobre o que podemos esperar desse processo que rola no Supremo Tribunal Federal, como eu gosto de fazer todos os dias fui dar aquela voltinha pela periferia e como sempre, passei pela banca do Giovanni para ver como estava a plateia que normalmente fica ali, vendo as manchetes e cada um dando a sua opinião sobre determinado assunto.

O futebol é um assunto obrigatório e certos dias fica até difícil para o Giovanni não deixar que alguns cheguem às "vias de fato". Os casos policiais também são bem debatidos e ali a gente chega à conclusão que “pena de morte” é a pena preferida pela população para acabar com a bandidagem.

Mas nessa sexta-feira que passou todos os assuntos de sempre ficaram sem debatedores, já que todos queriam falar do julgamento do “mensalão”. Todos falavam e desta vez o Giovanni não se preocupava porque todos que ali se reuniram queriam mais era que a “quadrilha” mofasse no cárcere. Ali fiquei olhando e escutando o que falavam e em determinado momento um senhor, com pinta de aposentado, parou,  deu aquela olhada para as manchetes dos jornais, uma a uma, até que viu a foto dos ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski. Neste momento o “senhorzinho” pediu licença para falar e por incrível que pareça, fez-se o silêncio.

E foi aí que aquele senhor disse não entender esse pessoal da Justiça. Dois ministros que deveriam estar ali, dando exemplo de postura, estavam brigando para que todos vissem, já que a televisão havia mostrado ao vivo. E com toda a sua sabedoria, o “senhorzinho” falou: “Coitado do Joaquim que quer moralizar esse momento em que a política poderá ser colocada no seu lugar, como uma instituição cheia de ética e moral, mas vem aquele seu colega, que está ‘levando por fora’, e quer liberar alguns dos bandidos da tranca”.

Eu então resolvi fazer um aparte ao seu discurso e perguntei: “Tem ministro querendo ‘levar algum por fora’? Mas como? Será que tem gente se vendendo no Supremo?”. 

E a resposta veio rápida: “Então o senhor não viu? O próprio Joaquim falou que um tal de Ricardo está ‘levando whisky’. Isso é uma vergonha, onde já se viu uma coisa dessas? Se trocar por umas garrafas de whisky, sendo ele um ministro do Supremo”.

E virando para todos que estavam ali à sua volta, naquela enorme roda que havia se formado para assistir o “debate”, continuou falando em tom de revolta: “Agora vejam os senhores, se vendendo por uma ou sei lá quantas garrafas de whisky e enquanto isso os réus estão ali porque meteram as mãos em milhões. Será que o crime não é o mesmo?”.

Depois dessa eu já não tinha mais o que fazer ali e me despedindo do Giovanni e de todos aqueles “debatedores”, segui o meu caminho a procura de mais assuntos para hoje. E olha que não foi difícil encontrar.