terça-feira, 26 de abril de 2011

Benefício é similar ao pago a filhas de militares





Marechal Deodoro contribuiu para a sacanagem



Ontem falei sobre uma pensão quase que fantasma e hoje dou mais alguns detalhes dessa aberração. Criado em 1890 pelo marechal Deodoro da Fonseca no primeiro ano depois da Proclamação da República, o Montepio Civil da União resistiu por 101 anos mantendo o privilégio de conceder pensão vitalícia a filhas solteiras de ministros de Judiciário.


Até 10 de maio de 1991, integrantes da alta magistratura tinham a opção de contribuir para o montepio e, assim como os militares, deixar de herança uma pensão para filhas solteiras, viúvas, desquitadas ou divorciadas.


Revogado no início da década de 90 pelo então presidente Fernando Collor de Mello, o decreto 83.226, de 1.º de março de 1979, previa a adesão facultativa ao montepio de integrantes da alta magistratura e do Tribunal de Contas da União (TCU).


A contribuição era fixada em 4% da remuneração bruta dos juízes. Além das filhas, a pensão vitalícia também podia ser estendida a irmãs solteiras, viúvas, desquitadas ou divorciadas de magistrados que não tinham herdeiros diretos (mulher ou filhos).


E mais uma vez eu vou lembrar que o que pesa aos cofres públicos são os aposentados do INNS que recebem salários de fome e ainda são maltratados pelo governo.


Isso é uma vergonha

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Dilma se diz Tiradentes




Gerson Tavares



Quando Dilma esteve neste dia 21 de abril em Minas Gerais para as solenidades que aconteceram na cidade de Ouro Preto em homenagem aos Inconfidentes, ninguém poderia, nem de longe, pensar que ela iria se colocar lado a lado ao homenageado, Joaquim José. Mas não deu outra e a Dilma, confundindo história do Brasil com estória de bandido e mocinho, falou que assim como os “inconfidentes”, os “guerrilheiros de 64”, aqueles mesmo que cometeram assaltos, sequestros e mortes, também são heróis brasileiros.

A presidente, em um momento de total insanidade, traçou um paralelo em seu discurso, entre a luta dos inconfidentes mineiros que lutavam para dar um basta na rapina lusa e aquele grupo do qual ela tomou parte e que combatiam os militares que haviam feito um contragolpe para que não fosse implantada no país uma ditadura com ideais marxistas e que nos levariam a condição de filial de Cuba e quem sabe, da União Soviética.

Dilma falou que “brasileiros como ela, que sofreram na pele os efeitos da privação da liberdade, sabem o quanto a democracia institucional faz falta quando desaparece”. Mas só que Dilma não falou que tudo aquilo, só aconteceu pelas atitudes nada democráticas que ela e seus companheiros “camaradas” tomavam.

Dilma incluir-se entre os Inconfidentes chega à beira da demência. Ela não pode estar sã para ter essas alucinações. Será que Dilma não tem conhecimento que os inconfidentes só tomaram aquelas atitudes por estavam se sentindo “roubados’ pela Coroa Portuguesa? Será que ela fala de história e não sabe a diferença da estória? Dilma, não custar tentar colocar em sua cabeça, que aquilo que é história, nada tem a ver com a estória que vocês tentaram viver. Na Conjuração Mineira, o que aconteceu foi um movimento social da elite contra o domínio dos portugueses e aos altos impostos que eram cobrados à Colônia brasileira. Já o movimento de guerrilheiros da década de 60, nunca teve como objetivo derrubar ditadura militar, mas sim implantar uma Ditadura Sindicalista Comunista. E você sabe muito bem disso. E não me venha com estórinhas.

Você melhor que ninguém sabe que se os militares da época não tivessem pulado na frente, em março de 64, os ditadores, travestidos de democratas, em um país de povo miserável e com pouca instrução, logo estariam tomando o governo para fazer todas as mazelas que, aliás, hoje vocês fazem.

Este Brasil de hoje, só ainda resiste aos desmandos, porque em 64 os militares eram fortes e não se deixavam comandar por meia dúzia de civis que até hoje se dizem de esquerda, mas o que são mesmo é aproveitadores.

Dilma, não confunda a cabeça das crianças de hoje em dia. Você já conseguiu chegar onde nunca pensou um dia e chegou sem precisar golpe. Por tanto, já que não dá para acabar com as mentiras, tente, pelo menos enquanto estiver no cargo, fingir que hoje você é democrata.
Frase da Semana I

“Não peço dinheiro, primeiro, porque considero minha história uma vitória pessoal contra a ditadura. Não tenho sequela, nenhuma marca, não tenho pesadelo e durmo bem à noite. Segundo, não preciso desse dinheiro. Tenho um bom salário”.

Esta frase é do único condenado à morte da época da ditadura militar e que hoje é o juiz do Trabalho, Theodomiro Romeiro, explicando o porque recusou a “Bolsa Ditadura”.
Por incrível que pareça, o único condenado à morte naquele período de governo militar, é o único cidadão de bem entre todos aqueles que perderam a luta de 64. Os outros estão aí correndo atrás desta famigerada “Bolsa Ditadura” roubando do bolso do povo o dinheiro, coisa que este não quer. Ele só quer dar o exemplo que se eles entraram na luta, entraram para vencer ou perder e se perderam têm mais é que arcar com as consequências.


A anistia já foi um bom prêmio para quem não teve competência.

Frase da Semana II




“A política econômica não é do Mantega nem do Palocci. É da Dilma. Não podemos esquecer que a presidente é economista”.




Esta frase é do ministro Luiz Sérgio, um “puxa saco” de plantão. Ele fala que a política econômica é da Dilma como se tudo estivesse acontecendo hoje, mas esquece que bem antes do Lula, já no governo Itamar Franco, com Fernando Henrique ainda ministro, era esta política econômica que estava em prática.


Quanto a Dilma ser economista, até ela tem dúvidas. Sim, por que se ela já mentiu ao falar que fez mestrado, esse diploma também pode ser fajuto, por que não?

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Frase da Semana III


“Ele esqueceu que eu o derrotei duas vezes. Quem sabe ele não quer uma terceira? Eu topo!”.



Frase do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao falar sobre a declaração jocosa do também ex-presidente Lula, quando falava sobre o artigo do sociólogo e cientista político. Talvez por não entender, Lula falou que FHC não quer o voto da classe média, só que ele não tem a capacidade de entender frases e muito menos de fazer a diferença de “classe média” com aqueles que recebem “Bolsas”.

Esses todos nós sabemos que só votam naqueles que compram votos e isso, é uma pratica do PT e seus aliados.