quarta-feira, 26 de agosto de 2009

PSDB se une ao DEM e deixa o
Conselho de Ética




O senador Álvaro Dias (PSDB-PR)
falou sobre a decisão
Foto: Antonio Cruz



A bancada do PSDB no Senado decidiu na tarde desta terça-feira deixar o Conselho de Ética do Senado. Mais cedo o DEM já havia anunciado a mesma medida. Os partidos têm cinco das quinze vagas no colegiado. A ação é um protesto contra o arquivamento de 11 ações contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A proposta da oposição é reformular o Conselho de Ética.

“Já estava decidida a nossa saída e vamos formalizar nesta tarde”, falou o vice-líder tucano, Álvaro Dias (PR).

DEM e PSDB querem trabalhar agora por uma reformulação do colegiado. Os senadores ACM Júnior (DEM-BA) e Marisa Serrano (PSDB-MS) vão coordenar as discussões nesta direção.

É hora de dar um basta nesta “cachorrada” que se instalou no Congresso e no executivo deste pobre Brasil.
Gravações só para defender Dilma




O general Jorge Armando Felix
não sabe o que é segurança



Armazenar imagens gravadas por apenas 30 dias em prédios públicos, como o da casa Civil da Presidência da República, só se houver interesse de esconder alguma coisa. Não me venham com “estórias da carochinha”, porque não dá para engolir essa “lorota”.

Depois de uma certa demora, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República informou que não há gravações para provar se a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, se encontrou ou não com a Dilma Rousseff no final do ano passado. Isto porque as gravações do Palácio do Planalto só são preservadas por 30 dias.

Gente. Este gabinete da segurança do Lula é menos eficiente que qualquer segurança de micro-empresa do interior do país.

Mas se a Lina estivesse mentindo, garanto que as imagens estariam preservadas. Esse general Jorge Armando Felix está se saindo um bom “pinóquio” e o “picareta” do Lula, um tremendo de um “Gepeto”.
Chegou a hora de pagar a dívida




Lula quer palanque para
exibir sua “obra de arte”




Depois de obrigar a bancada petista a garantir o “Ribamar” no cargo, Lula agora cobra do PMDB o pagamento. Deu com a direita e agora quer receber na esquerda e para isso nada melhor que garantir palanques para a Dilma em 2010.

Cobrou dos lideres peemedebistas empenho para evitar rachas pelo país. Ele quer palanque nos “aliados” em todos os estados do Brasil.

Vai custar caro aquele apoio às “pilantragens” do “Barão de Macapá”.
Suplicy pede renúncia de Sarney
Na tribuna,
Suplicy “solta os bichos”
em Sarney. Dois dias atrás,
ele interrompeu discurso de
Sarney para questioná-lo.

Dois dias após interromper um discurso do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para questioná-lo sobre a crise na Casa, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi à tribuna nesta terça-feira para pedir que o peemedebista renuncie ao cargo.

“O arquivamento no Conselho de Ética não resolveu. Para voltarmos à normalidade, o melhor caminho é que sua excelência renuncie ao cargo do Senado”, falou Suplicy.

O solitário petista disse que avisou Sarney que trataria do tema na tribuna do Senado. “Tendo avisado o presidente Sarney que ia discursar, venho a esta tribuna reiterar que não vejo como o senador Sarney continue na presidência enquanto não explicar satisfatoriamente todos os fatos contidos nas representações perante o Conselho de Ética”.

Depois dessa, Suplicy se isola do restante do partido que está submisso aos desmandos de Lula. Só espero que ele não se renda, como o Mercadante.
A Receita azedou
A ex-secretária da Receita Lina Maria Vieira e o presidente da CCJ, Demóstenes Torres,
quando confirmou o encontro com a “mãe do PAC”
Foto: J.Freitas


Depois da demissão de Lina Vieira da Secretaria da Receita Federal, chegou a vez de doze dirigentes, em protesto, pedirem exoneração. Eles dizem que está havendo “ingerência política” na instituição.

Em carta ao novo secretário, Otacílio Cartaxo, o “grupo dos doze” afirma: “O que nos trouxe para a Receita foi a crença na possibilidade de construção de uma instituição mais republicana, com autonomia técnica e imune de ingerências e pressões de ordem política ou econômica”.

Como a Iraneth Weiler, chefe de gabinete de Lina, que confirmou que a chefe teve um encontro com a “Dilma do Lula”, foi demitida, o “grupo dos doze” resolveu que não existe mais condição de trabalhar em uma instituição falida de moral.

Só o Lula não vê que Dilma já era. Mas como a compra de votos está em “fogo forte”, ele acha que vai dar para garantir mais quatro anos de mordomia.